Programa de Pós-Graduação em Ambientes Litorâneos e Insulares - PALI
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Ambientes Litorâneos e Insulares - PALI por Autor "ANACLETO, Adilson"
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Item A comunidade de Eufrasina e o turismo de base comunitário: potencialidades ambientais, culturais e sociais(Universidade Estadual do Paraná, 2026-03-16) SILVA, Milena Aparecida Rodrigues da; MELLO, Cleverson Molinari; http://lattes.cnpq.br/5313818584196257; http://lattes.cnpq.br/8540764577391501; LERMEN, Fernando Henrique; http://lattes.cnpq.br/7241022637226138; SULZBACH, Mayra Taiza; http://lattes.cnpq.br/6811493861489792; ANACLETO, Adilson; http://lattes.cnpq.br/4935834455286413; LOPES, Elaine Cristina; http://lattes.cnpq.br/4802645825388001O presente estudo visa analisar como as potencialidades ambientais, culturais e sociais da Comunidade de Eufrasina podem contribuir para o desenvolvimento do Turismo de Base Comunitária (TBC). A pesquisa justifica-se em virtude de o turismo comunitário ser uma alternativa de desenvolvimento sustentável, tendo em vista os benefícios para as comunidades locais e para o meio ambiente. Para tanto, utilizar-se uma abordagem qualitativa para tratar dos fundamentos teóricos do turismo comunitário, de estudos realizados em outras localidades e entrevistas com moradores e líderes da comunidade de Eufrasina e integrantes da Rede Caiçara de Turismo e Acquaplan. Os resultados demonstram as potencialidades ambientais, culturais e sociais da Comunidade de Eufrasina, articuladas ao engajamento comunitário e as práticas de conservação para o desenvolvimento do TBC, indicando caminhos e estratégias para o fortalecimento do território. A pesquisa também contribui com uma discussão do setor turístico no litoral do Paraná, em especial nas comunidades insulares.Item Caracterização Física e Química em Manguezais do Sul de São Paulo e Paraná(Universidade Estadual do Paraná, 2025-02-24) SANTOS, Cleyton Svicero da Silva; ROVEDA, Luís Fernando; http://lattes.cnpq.br/6039857578906685; http://lattes.cnpq.br/5656073467978142; SANTOS, Everaldo dos; http://lattes.cnpq.br/4732435096321874; METRI, Cassiana Baptista; http://lattes.cnpq.br/6522819930472028; ANACLETO, Adilson; http://lattes.cnpq.br/4935834455286413; PEREIRA, Leandro Angelo; http://lattes.cnpq.br/1448132656460495Os manguezais, ecossistemas costeiros de transição entre ambientes terrestres e aquáticos, estão entre as áreas mais produtivas do planeta, prestando serviços ecológicos essenciais. No entanto, enfrentam crescentes ameaças associadas à liberação e acúmulo de metais pesados, oriundos de atividades agrícolas, industriais, aquicultura e ocupações irregulares. Este estudo investigou a relação entre a composição granulométrica dos sedimentos e a distribuição de metais pesados nos manguezais das regiões de Paranaguá, Guaratuba, Guaraqueçaba e São Paulo, bem como a capacidade acumulativa desses metais nas folhas de Rhizophora mangle. Foram realizados 47 pontos de coleta em nove manguezais, abrangendo as zonas de franja, bacia e transição. Os sedimentos foram analisados quanto à textura (areia grossa, média, fina, silte e argila) e à presença de elementos como Cálcio, Magnésio, Arsênio, Níquel, Mercúrio, Selênio, Cádmio, Cromo, Cobre, Manganês, Chumbo e Zinco. A composição granulométrica variou entre os locais, influenciada por fatores ambientais e marés. Embora as concentrações de metais tenham respeitado os limites estabelecidos pelo CONAMA, observou-se variação espacial associada a pressões antrópicas. Nas folhas de R. mangle, os metais apresentaram diferentes concentrações, mas sem diferenças estatisticamente significativas. As correlações entre solo e folhas indicam interação entre compartimentos do ecossistema. Os resultados reforçam a importância do monitoramento contínuo desses ambientes, pois mesmo concentrações dentro dos padrões podem causar impactos ecológicos, como biomagnificação. O estudo contribui para a compreensão da dinâmica edáfica e da contaminação em manguezais, evidenciando a necessidade de medidas preventivas para a conservação desses ecossistemas sensíveis.Item Comunidades caiçaras em áreas de preservação permanente: implicações socioculturais e os direitos ambientais.(Universidade Estadual do Paraná, 2023-12-06) MICHALISZYN FILHO, Luiz Antônio; ANACLETO, Adilson; http://lattes.cnpq.br/4935834455286413; http://lattes.cnpq.br/9780401679800588; ANACLETO, Adilson; http://lattes.cnpq.br/4935834455286413; SCHNEIDER, Alessandro Vinicios; http://lattes.cnpq.br/9752568267069455; SCHEUER, Luciane; http://lattes.cnpq.br/0510063139083117O processo de colonização do litoral do Paraná foi caracterizado pela mistura racial de europeus, negros com as tribos indígenas, surgindo às comunidades caiçaras, que praticam a agricultura de subsistência, pesca artesanal e extrativismo vegetal. Ocorreu que significativa parte dessa região litorânea foi transformada em áreas de preservação ambiental o que afetou a forma de viver nessas comunidades. Diante do exposto, objetivando promover um diagnóstico sobre a percepção neste novo cenário, realizou-se uma pesquisa exploratória descritiva junto a 5 famílias consideradas líderes em suas comunidades e residentes no Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange. O estudo revelou que os moradores não foram consultados para a criação do parque, foram relatadas dificuldades no extrativismo e a coibição enérgica pelas instituições de fiscalização ambiental quando do abate de pequenos animais silvestres para consumo familiar. Conclui-se que apesar dos moradores possuírem os direitos assegurados por constituição quanto ao uso dos recursos naturais, as comunidades tradicionais na região não tiveram seus processos de reconhecimento iniciados. Assim, o estado que deveria ser democrático, não cumpre a sua função e impõe as comunidades socialmente vulneráveis maiores dificuldades de sobrevivência, acelera o definhamento dessas comunidades com relevância histórica e cultural no litoral Brasileiro.Item Desafios de comunidades tradicionais em Guaraqueçaba/PR diante da legislação ambiental: entre o desenvolvimento e a sobrevivência.(Universidade Estadual do Paraná, 2025-03-12) FREITAS, Pollyana Machado; ANACLETO, Adilson; http://lattes.cnpq.br/4935834455286413; http://lattes.cnpq.br/3734207415314123; NASCIMENTO, Evandro Cardoso do; http://lattes.cnpq.br/1702573831557350; SCHEUER, Luciane; http://lattes.cnpq.br/0510063139083117A presente dissertação investigou os desafios enfrentados pelas comunidades tradicionais diante das políticas de proteção ambiental, considerando sua relação histórica, cultural e econômica com o uso dos recursos naturais. Essas populações, embora contribuam para a conversação da biodiversidade e da manutenção dos ecossistemas, frequentemente são afetadas por restrições legais que desconsideram suas culturas e modos de vida. Nesse contexto, surgem conflitos entre práticas culturais tradicionais e as normas ambientais implementadas sem participação social. A pesquisa foi estruturada em três artigos científicos intuito de abordar o tema de maneira multidisciplinar. O primeiro artigo consistiu em uma revisão sistemática de literatura, cuja metodologia foi desenvolvida com base no software IRAMUTEQ, que permitiu a análise de diferentes tipos de categorias como a classificação hierárquica descendente (CHD), a análise fatorial por correspondência (AFC), a análise de similitude e a construção da nuvem de palavras. O segundo artigo resultou da pesquisa de campo realizada nas comunidades de Tagaçaba, Ilha Rasa e Almeida, localizadas no município de Guaraqueçaba/PR. Por meio de entrevistas semiestruturadas, foram analisadas as percepções locais sobre as unidades de conservação e os impactos decorrentes das restrições impostas com a sua criação. O terceiro artigo, fundamentado na perspectiva da justiça ambiental, discutiu as implicações jurídicas e sociais da exclusão dessas comunidades dos processos decisórios envolvendo o uso e a gestão do território tradicional. O estudo teve como objetivo compreender as nuances legais vigentes no município de Guaraqueçaba/PR voltadas à proteção ambiental e a importância da elaboração de políticas públicas que interliguem os direitos das comunidades tradicionais, promovendo desenvolvimento sustentável e que reconheça a importância dessas populações, estimulando a permanência da população mais jovem. Conclui-se pela necessidade de um ordenamento jurídico mais sensível, participativo e comprometido com a justiça socioambiental.Item Etnobotânica comparativa: práticas e saberes sobre plantas medicinais no litoral do Paraná (Brasil) e no Paraguai(Universidade Estadual do Paraná, 2026-03-31) FERREIRA, Alice Azucena; ROVEDA, Luís Fernando; ANACLETO, Adilson; http://lattes.cnpq.br/4935834455286413; http://lattes.cnpq.br/6039857578906685; http://lattes.cnpq.br/0481986653435509; PASTORI, Tamara; http://lattes.cnpq.br/9206720568600911; LOPES, Edimar Faria Menezes; http://lattes.cnpq.br/3825207827125448; NETO, José Francisco de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/6389922147584969; PEREIRA, Leandro Angelo; http://lattes.cnpq.br/1448132656460495O conhecimento tradicional relacionado ao uso de plantas medicinais permanece como um componente relevante da vida cotidiana no Paraguai e persiste no litoral do Paraná. Este estudo comparativo investigou as espécies de plantas medicinais utilizadas em ambas as regiões, identificando táxons compartilhados e específicos de cada região e avaliando sua relevância cultural e os níveis de consenso entre informantes. Questionários estruturados foram aplicados a 404 participantes, com foco no uso de espécies de plantas para tratamento de problemas de saúde comuns, incluindo insônia, ansiedade, distúrbios digestivos, dor articular e dor menstrual. Informações adicionais sobre métodos de preparo, fontes de transmissão do conhecimento e formas de aquisição das plantas também foram registradas. Os dados foram analisados por meio de relatos de uso (UR) e índices etnobotânicos, incluindo o Índice de Importância Cultural (CI) e o Fator de Consenso de Informantes (FIC). Foram documentados 115 táxons, com número limitado de espécies compartilhadas entre os dois locais e alta proporção de espécies específicas de cada região. Matricaria chamomilla apresentou a maior importância cultural em ambas as regiões, enquanto outras espécies culturalmente salientes diferiram entre o Paraguai e o litoral do Paraná. Valores elevados de FIC indicaram forte concordância entre os informantes quanto à seleção de plantas para determinadas categorias de problemas de saúde, embora as categorias com maior consenso tenham variado entre as regiões. Também foram observadas diferenças na intensidade de uso. A transmissão do conhecimento ocorreu predominantemente por meio de redes familiares, e o cultivo doméstico foi a principal fonte de obtenção das plantas medicinais, sendo a infusão o método de preparo mais comum. Esses resultados demonstram que elementos florísticos compartilhados não correspondem necessariamente a conhecimento medicinal compartilhado, evidenciando o papel das práticas culturalmente incorporadas na configuração do uso de plantas medicinais entre regiões.Item Ocupação Irregular em áreas de Proteção Ambiental: O Caso dos Manguezais de Paranaguá/ PR(Universidade Estadual do Paraná, 2026-03-02) XAVIER, Juliane Rodrigues; MOLINARI, Cleverson Molinari; http://lattes.cnpq.br/5313818584196257; http://lattes.cnpq.br/7143334816744784; MATIAS, Gustavo de Souza; http://lattes.cnpq.br/8658951144881109; NOGUEIRA, Christiano; http://lattes.cnpq.br/0651194607795099; ANACLETO, Adilson; http://lattes.cnpq.br/4935834455286413; LOPES, Elaine Cristina; http://lattes.cnpq.br/4802645825388001Este estudo analisa o fenômeno das ocupações irregulares em áreas de manguezal no município de Paranaguá, Paraná, compreendendo-o como expressão de processos históricos de desigualdade socioespacial, insuficiência das políticas habitacionais e fragilidade da articulação entre planejamento urbano e gestão ambiental. Inserido em um contexto costeiro marcado por intensa pressão portuária, industrial e imobiliária, o município enfrenta desafios recorrentes relacionados à ocupação de áreas ambientalmente protegidas, com impactos diretos sobre os ecossistemas de manguezal e sobre as condições de vida das populações socialmente vulnerabilizadas. A pesquisa adota uma abordagem exploratório-descritiva, fundamentada em referencial teórico crítico, articulando revisão bibliográfica, análise documental, aplicação de questionários e observação direta em campo, com foco no estudo de caso da Vila do Povo. Os resultados evidenciam que as ocupações em áreas de manguezal não constituem escolhas individuais isoladas, mas estratégias de sobrevivência diante da ausência de alternativas habitacionais acessíveis e da exclusão estrutural do mercado formal de terras. Do ponto de vista ambiental, a ocupação desses territórios compromete serviços ecossistêmicos essenciais, intensificando riscos socioambientais, especialmente em um contexto de mudanças climáticas e elevação do nível do mar. A análise das políticas públicas revela que as respostas institucionais têm se concentrado predominantemente em ações repressivas e corretivas, como fiscalizações e desocupações, apresentando limites significativos quando desvinculadas de políticas habitacionais estruturantes, preventivas e territorializadas. Conclui-se que o enfrentamento das ocupações irregulares em áreas de manguezal demanda uma mudança de paradigma, baseada na construção de políticas territoriais integradas que articulem habitação, proteção ambiental, adaptação climática e participação social. A pesquisa aponta a necessidade de estratégias que conciliem o direito à moradia com a conservação dos manguezais, reconhecendo esses ecossistemas como elementos centrais da resiliência urbana e da justiça socioambiental em municípios costeiros.Item Produção Artesanal e Desenvolvimento Sustentável: Conflitos Socioambientais em Comunidades Costeiras e Insulares na Baía de Paranaguá(Universidade Estadual do Paraná, 2025-11-13) MARQUES, Larissa do Rosario Lopes; ANACLETO, Adilson; http://lattes.cnpq.br/4935834455286413; http://lattes.cnpq.br/3231451996746738; HEREK, Mônica; http://lattes.cnpq.br/5511936869325618; NASCIMENTO, Evandro Cardoso do; http://lattes.cnpq.br/1702573831557350O artesanato no litoral do Paraná assume características singulares nas comunidades tradicionais, especialmente nas comunidades situadas em ambientes insulares, onde se integra à vida cotidiana e constitui importante fonte de geração de renda. Apesar de sua relevância socioeconômica e cultural, os estudos científicos sobre a produção artesanal nessas localidades são escassos. Diante dessa lacuna, este estudo teve como objetivo compreender a realidade da produção artesanal na Baía de Paranaguá, por meio de duas estratégias metodológicas complementares: uma revisão sistemática da literatura científica e uma pesquisa de campo. Na primeira etapa, foram consultadas as bases SciELO, Web of Science e Scopus; das 130 publicações encontradas, 40 atenderam aos critérios de inclusão e foram analisadas com o auxílio do software Iramuteq. Os resultados indicaram três eixos centrais associados ao artesanato em ilhas: empoderamento feminino, sustentabilidade ecológica e progresso local. Na etapa seguinte, realizada entre abril e dezembro de 2024, foi conduzida uma pesquisa exploratória descritiva com 42 famílias residentes em comunidades costeiras e insulares, com o objetivo de organizar uma análise prospectiva da produção artesanal local. O estudo evidenciou que essas comunidades vivenciam contrastes entre fragilidades estruturais e riquezas culturais e naturais, e que a inserção das mulheres na produção e gestão do artesanato representa um elemento estratégico de empoderamento e autonomia financeira. Foram identificados como fatores potencializadores da atividade: o uso de matérias-primas locais de baixo custo, a possibilidade de aplicação da economia circular e o fortalecimento das redes comunitárias. As limitações relacionaram-se às restrições da legislação ambiental sobre o uso de matérias-primas para práticas tradicionais, à extração não controlada de recursos naturais e à baixa interlocução governamental acerca da gestão dos territórios e de seus recursos. Conclui-se que a organização coletiva, aliada à gestão sustentável dos recursos, pode favorecer a permanência das comunidades em seus territórios e a continuidade de suas práticas produtivas, contribuindo para estratégias de desenvolvimento em harmonia com o ambiente.Item Turismo de base comunitária e impactos ambientais em comunidades tradicionais insulares no Litoral do Paraná(Universidade Estadual do Paraná, 2026-04-16) MACHADO, Ana Paula; ANACLETO, Adilson; http://lattes.cnpq.br/4935834455286413; http://lattes.cnpq.br/0573215039290723; SCHEUER, Luciane; http://lattes.cnpq.br/0510063139083117; NASCIMENTO, Evandro Cardoso do; http://lattes.cnpq.br/1702573831557350O Turismo de Base Comunitária (TBC) tem sido reconhecido como uma estratégia potencial para promover o desenvolvimento sustentável em territórios tradicionalmente marginalizados ao articular geração de renda, valorização cultural e conservação ambiental. Com um olhar interdisciplinar e o apoio do Design Method Research (DMR), estruturada a partir de 3 etapas metodológicas principais: Revisão sistemática de literatura (RSL) seguindo o protocolo PRISMA com um total de 78 artigos científicos analisados; Levantamento de campo quali-quantitativo, a pesquisa deu voz a 300 moradores por meio de aplicação de questionários semiestruturados de sete comunidades da Baía de Paranaguá (Ilha do Teixeira, Europinha, Eufrasina, Amparo, Piaçaguera, São Miguel e Ponta de Ubá); com oficinas participativas nas quais utilizou-se as ferramentas Swimlane (mapeamento da cadeia produtiva), Value Proposition Canvas (identificação de dores, ganhos e propostas de valor) e a dinâmica prospectiva “Manchetes do Amanhã”. Os dados quantitativos foram tratados através de estatística descritiva e multivariada enquanto o registro das falas e das oficinas foi realizado por uma análise de conteúdo. O estudo revelou que a força do turismo local está nas mãos das mulheres, que representam 76% do protagonismo, e no profundo respeito ambiental dos moradores (85%). Embora a atividade ainda seja pequena e não gere danos à natureza, ela esbarra em carências urgentes: apenas 40% das casas possuem saneamento e 78% das pessoas sofrem com o custo e a precariedade do transporte. Os resultados mostram que o TBC é uma alternativa cheia de esperança, capaz de reconciliar a conservação com a dignidade humana. No entanto, sua consolidação depende de políticas públicas que deixem de ser distantes e passem a fortalecer a autonomia caiçara, garantindo que o progresso não apague a identidade de quem cuida desse território há gerações.