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Navegando por Autor "Silva, Sandra Salete de Camargo"

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    A comunicação suplementar e alternativa como estratégia de ensino e aprendizagem para alunos com transtorno do espectro autista – TEA
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-09-28) Mantovi, Patricia Karla da Silva; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/3541376325577507; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317
    A presente pesquisa justifica-se pela percepção desta autora, enquanto docente, das barreiras comunicacionais enfrentadas por alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) não verbais, como sujeitos de direito da educação inclusiva. Apresenta como problema propositivo o uso da Comunicação Suplementar e Alternativa como ferramenta auxiliadora do trabalho pedagógico nas Salas de Recursos Multifuncionais e teve como objetivo identificar o conhecimento das professoras especialistas da educação especial que atuam nessas salas de recursos da rede pública municipal de Umuarama-Pr, quanto ao uso de recursos de comunicação suplementar e alternativa no desenvolvimento da aprendizagem de alunos com TEA. A Comunicação Suplementar e Alternativa é uma ferramenta dentro da Tecnologia Assistiva que tem por objetivo proporcionar diferentes formas de comunicação para alunos com TEA não verbais, e que portanto podem trazer prejuízos a sua aprendizagem. Trata-se de uma pesquisa exploratória com etapa de pesquisa de campo, com abordagens de cunho qualitativa, partindo da disponibilização de um questionário, no qual foram identificados o conhecimento dos professores quanto aos recursos de Comunicação Suplementar e Alternativa. Como arcabouço teórico, aprofundou-se em temas que tratam da inclusão escolar, TEA, Tecnologia Assistiva e Comunicação Suplementar e Alternativa como estratégia pedagógica, com embasamento no referencial teórico de Vygostky, a partir da Teoria Histórico-cultural. Os resultados identificados foram analisados, contribuindo para a produção do material de apoio, em formato de Ebook interativo, o qual contempla métodos de Comunicação Suplementar e Alternativa utilizados no processo de aprendizagem de alunos com Transtorno do Espectro Autista, com sugestões de atividades pedagógicas interdisciplinares para os professores das salas de recursos multifuncionais, com o intuito de propiciar diferentes estratégias de comunicação não verbal para essas crianças, possibilitando assim sua interação com a comunidade escolar em geral, bem como no favorecimento do processo de alfabetização desses alunos a ser utilizado nas Salas de Recursos Multifuncionais da rede municipal de Ensino de Umuarama – Paraná.
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    A educação inclusiva na escola do campo: contribuições para o protagonismo da oralidade campesina nas aulas de língua portuguesa
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-10-24) Silva, Ana Paula Araujo da; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; https://lattes.cnpq.br/8544241001651968; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Mello, Fernanda Rosário de; https://lattes.cnpq.br/9175325607086797; Cirino, Roseneide Maria Batista; https://lattes.cnpq.br/4251118936692913
    Delineada pela perspectiva da Educação Inclusiva em direitos humanos, esta pesquisa objetiva possibilitar discussões fundamentadas na perspectiva da Educação Inclusiva e na Sócio educacional acerca da práxis pedagógica no tocante ao eixo da oralidade no ensino de Língua Portuguesa a fim de promover o protagonismo dos alunos camponeses na escola do campo. As reflexões trazem a contextualização histórica da trajetória excludente dos povos campesinos em diversos espaços sociais, incluindo a escola. Nesse percurso, fica visível que o modo de vida urbano se sobrepõe ao rural em diversos sentidos dessa forma, abordamos sobre os usos orais da língua dos sujeitos campo, visto que o preconceito com os modos de falar campesino contribui com a marginalização e a violência às identidades dessas comunidades. Nesse contexto tem-se a preocupação com a abordagem teórico metodológica no tocante à oralidade no ensino de Língua Portuguesa nas escolas do campo, que repercute no seguinte questionamento: Quais ações poderão contribuir para que a oralidade campesina seja considerada numa perspectiva inclusiva nas aulas de Língua Portuguesa no contexto da escola do campo? Para responder tal questão selecionamos referências teóricas no tocante à perspectiva da Educação Inclusiva pesquisadores como Candau (2012); Fernandes e Paludeto (2010); Machado (2008); Mendes (2017); Pantaleão et al. (2017) e Silva (2015). Sobre a educação e dos sujeitos do Campo selecionamos Arroyo, Caldart e Molina (2011), Caiado e Meletti (2011); Caldart (2009); Freitas (2020); Katuta (2017); Lopes et al. (2016) e Rossato e Praxedes (2015). Na abordagem sócio educacional destacamos Bortoni-Ricardo (2004, 2005, 2011, 2021) e Bagno (2007, 2009, 2013, 2015), por fim no ensino de Língua Portuguesa apresentamos Antunes (2003, 2007, 2009) e Ferrarezi Jr (2018). Desse modo, o percurso metodológico se desenvolveu com base na pesquisa bibliográfica e de campo por meio da pesquisa-ação com realização da proposta formativa no contexto de uma escola do campo. Devido à pandemia do COVID-19, os encontros formativos foram realizados via Meet, além disso, no Classroom foram disponibilizados questionários pré-estabelecidos. Com essas ferramentas foi possível realizar algumas constatações, a saber: (a) inexistência de formação continuada contextualizada, (b) livros didáticos desconexos à realidade escolar (c) fragilidades da estrutura física da escola, entre outras. As discussões dessa pesquisa estão materializadas em um e-book para futuras consultas. Em suma, defendemos a importância de práticas colaborativas no ambiente de ensino, a fim de que estudos e reflexões se tornem constantes para a ressignificação da inclusão nesses espaços que, consequentemente, contribuem para o protagonismo dos alunos nas escolas do campo.
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    A inclusão da criança com Transtorno do Espectro Autista na Educação Infantil: implicações à formação docente
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-10-27) Ramos, Andréa Karine Menezes de Oliveira; Cirino, Roseneide Maria Batista; Vieira, Leociléa Aparecida; https://lattes.cnpq.br/0063909006157307; https://lattes.cnpq.br/4251118936692913; https://lattes.cnpq.br/3538831146098946; Cirino, Roseneide Maria Batista; https://lattes.cnpq.br/4251118936692913; Vieira, Leociléa Aparecida; https://lattes.cnpq.br/0063909006157307; Tureck, Lucia Terezinha Zanato; https://lattes.cnpq.br/7585352432396424; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317
    Esta pesquisa circundou pela inclusão da criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na Educação Infantil. Para tanto, buscou responder à problemática sobre como o professor da Educação Infantil analisa a inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista sob a perspectiva da formação continuada. Assim sendo, a fim de compreender tal questionamento traçou-se como objetivo analisar a inclusão da criança com Transtorno do Espectro Autista, na Educação Infantil sob o viés da formação continuada. A pesquisa contou com fundamentos teóricos de autores que ofereceram uma visão ampla do assunto, estudos que abordam questões sobre o ensino e a aprendizagem, sobre a inclusão da criança com Transtorno do Espectro Autista na Educação Infantil pautados nos aspectos da Teoria Histórico-Cultural e fundamentos do Ensino Colaborativo como estratégia à Educação Inclusiva, além das implicações à formação continuada na Educação Infantil. O aporte metodológico foi organizado com base na pesquisa bibliográfica e de campo, delineando-se pelos estudos exploratórios e descritivos além da pesquisa colaborativa. A coleta de dados foi feita por meio de um roteiro de entrevista semiestruturada contendo dois tópicos, permeados por dois campos investigativos voltados à inclusão da criança com TEA na Educação Infantil; implicações na formação continuada e Ensino Colaborativo. Participaram ativamente onze (11) professores/educadores infantis que atenderam aos critérios de seleção, estarem atendendo ou já terem experiências com crianças com Transtorno do Espectro Autista e atuarem na Educação Infantil, na cidade de Pontal do Paraná – PR. Os dados produzidos pelos participantes da pesquisa subsidiaram as análises dos dados e serviram de suporte para a elaboração do produto educacional, organizado colaborativamente com os professores que indicaram demandas formativas, além de práticas que desenvolveram em suas salas com crianças dentro do TEA. As análises dos dados foram organizadas com base na Análise Temática (AT) pautando-se na abordagem qualitativa. Os resultados indicam que a inclusão implica à formação docente e os sujeitos participantes apontam a falta da formação como empecilho e reconhecem-se sujeitos que desejam aprender, não repassando a criança a outros profissionais. Eles almejam adquirir conhecimentos para trabalhar com a criança. Foi constatada a ausência de políticas voltadas a professores e profissionais da Educação Infantil e, nesse direcionamento, foi muito presente a indicação sobre a necessidade de se efetivar no espaço em que atuam a formação colaborativa por considerarem que as contribuições de todos que atuam ou interagem com a criança podem se configurar num diferencial às práticas que desenvolverão
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    Desenho universal para a aprendizagem e planejamento colaborativo: tecendo possibilidades para práticas pedagógicas inclusivas
    (Universidade Estadual do Paraná, 2013-11-24) Liman, Daiana Aparecida Teles Vieira de; Silva, Sandra Salete de Camargo; Cruz, Lutécia Hiera da; https://lattes.cnpq.br/2403668086605389; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; https://lattes.cnpq.br/3207806446284514; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508; Cruz, Lutécia Hiera da; https://lattes.cnpq.br/2403668086605389; Vieira, Leociléa Aparecida; https://lattes.cnpq.br/0063909006157307
    A política vigente do nosso país relacionada à inclusão escolar e o movimento em busca de uma educação com perspectiva inclusiva, garante o direito de todos à educação. Para além das intenções legais que asseguram o direito à matrícula, é necessário condições para permanência, participação, aprendizado e um ambiente educacional acessível e inclusivo para todos os estudantes. Assim, a pesquisa aborda a temática do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e do Planejamento Colaborativo como abordagens que dialogam e estão alinhadas ao conceito da educação com perspectiva inclusiva, pois reconhecem a importância do coletivo da escola para pensar, planejar e implementar práticas pedagógicas inclusivas e universais pautadas na redução e/ou na eliminação de barreiras que impedem e/ou dificultam o acesso ao conhecimento pelos estudantes, sejam eles com deficiência ou não por meio de uma cultura inclusiva e colaborativa nos sistemas educacionais. A problematização surgiu de contextos cotidianos, nos quais os profissionais da educação estão sendo provocados a ressignificar suas práticas e questiona: como reconhecer e valorizar as diferenças de aprendizagem de todos e de cada um dos estudantes no contexto do ensino comum nas escolas regulares? O estudo tem como objetivo geral analisar as contribuições do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e do Planejamento Colaborativo no desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas e universais que oportunizem um ensino e aprendizagem de qualidade para todos os estudantes. Em termos metodológicos, optou-se pela pesquisa colaborativa, em uma abordagem qualitativa, exploratória e aplicada, delineada por meio de uma discussão teórica, respaldada por coleta de dados realizada por meio de questionários. Participaram da pesquisa professores da educação básica que atuam em Sala de Recurso Multifuncional (SRM) e no ensino comum nas escolas regulares, supervisores e diretores escolares. O método utilizado para interpretar os dados coletados foi a análise de conteúdo, com definições de categorias que estruturaram dados essenciais para a pesquisa. A partir da análise e discussões dos resultados constatou-se a necessidade de apresentar alternativas que melhorem o ensino no contexto das classes comuns. Nesse direcionamento materializou-se o recurso educacional, um e-book interativo autoformativo, intitulado Novas abordagens para planejar na perspectiva inclusiva: práticas universais no contexto da classe comum, objetivando refletir sobre práticas pedagógicas a partir de novas abordagens alinhadas ao conceito de educação inclusiva. Como resultados constatamos que um planejamento pensado de forma intencional, colaborativa e articulado aos princípios e diretrizes do DUA potencializa a construção de práticas pedagógicas universais e inclusivas, ao possibilitar o acesso a um ensino de qualidade para todos os estudantes. Também se situou nos resultados que essas práticas universais e de Planejamento Colaborativo ainda não estão evidenciadas como deveriam, para que se efetive uma educação com perspectiva inclusiva nos contextos educacionais.
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    Estratégias inclusivas para alfabetização de crianças com Deficiência Intelectual
    (Universidade Estadual do Paraná, 2003-10-24) Brill, Samanta Jander Chimene; Bondezan, Andreia Nakamura; https://lattes.cnpq.br/9661846112727279; https://lattes.cnpq.br/2442686613069038; Bondezan, Andreia Nakamura; https://lattes.cnpq.br/9661846112727279; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Klaus, Vanessa Lucena Camargo de Almeida; https://lattes.cnpq.br/4002703346200955; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; Goes, Eliane Pinto de; https://lattes.cnpq.br/1809592930661784
    A presente pesquisa investiga o processo de alfabetização de crianças com Deficiência Intelectual (DI) em um contexto de inclusão escolar, com foco na seguinte pergunta: Quais são as estratégias pedagógicas adotadas por professores que atuam no terceiro ano do Ensino Fundamental no que diz respeito à alfabetização de crianças com DI? O objetivo central é compreender as práticas pedagógicas inclusivas adotadas por professores do interior do Paraná para atender às necessidades específicas desses alunos. A perspectiva histórico-cultural de Vigotski serve como embasamento teórico, enfatizando a importância das mediações, recursos especiais e caminhos alternativos no ensino de pessoas com deficiência. Adotando uma abordagem qualitativa e aplicada, a pesquisa utilizou revisão bibliográfica e trabalho de campo como métodos principais de coleta de informações. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com professores de quatro escolas municipais de Umuarama, no Paraná, buscando captar suas percepções e experiências no processo de alfabetização de crianças com DI. A análise temática foi utilizada para identificar e compreender as estratégias pedagógicas inclusivas adotadas por esses profissionais. Embora os professores demonstrem disposição para promover a inclusão, ainda há uma carência de planejamento e de estratégias pedagógicas diferenciadas que atendam às necessidades dos alunos com DI. Essa lacuna é atribuída, em grande parte, à falta de compreensão teórica aprofundada sobre a Dl. A limitação no embasamento teórico afeta a eficácia das intervenções pedagógicas, resultando em práticas que subestimam o potencial desses alunos e restringem suas oportunidades de aprendizagem. No entanto, as entrevistas revelaram que os professores valorizam as relações dialógicas e a empatia como aspectos essenciais no processo pedagógico. A pesquisa contribui para a compreensão dos desafios enfrentados na alfabetização de crianças com DI em contextos de inclusão escolar, bem como para a identificação de práticas que favorecem o desenvolvimento das habilidades de reflexão fonológica. Os resultados fornecem subsídios importantes para a melhoria da formação docente e para o desenvolvimento de práticas pedagógicas, destacando a necessidade de fortalecer a formação dos professores em Educação Inclusiva, com ênfase na compreensão da Deficiência Intelectual e na implementação de estratégias pedagógicas diferenciadas.
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    Formação de Professores para o uso da Tecnologia Assistiva como Estratégia no Desenho Universal para Aprendizagem
    (Universidade Estadual do Paraná, 2008-10-24) Alves, Tiago José; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/8551646277586004; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Vitaliano, Celia Regina; https://lattes.cnpq.br/7209579954342576; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317
    O ambiente escolar é composto por uma diversidade de estudantes que apresentam peculiaridades únicas e que devem ser valorizadas no processo de ensino e aprendizagem. Fato esse que se faz necessário a adoção de estratégias e recursos que possibilitem atingir todos os estudantes. Diante disso, a presente pesquisa recorre à inovação científica dos estudos a respeito do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) e da Tecnologia Assistiva (TA) para responder à questão: Os professores do Apoio Educacional Especializado (AEE) possuem conhecimentos a respeito do uso de TA como estratégia na organização do planejamento pedagógico baseado nos princípios do DUA? Nesse sentido, o objetivo geral da pesquisa consiste em identificar o conhecimento dos professores quanto ao uso de TA como estratégia na organização e o planejamento pedagógico baseado nos princípios do DUA. Tendo como objetivos específicos: especificar o DUA na educação escolar; analisar as contribuições do DUA no planejamento escolar; conceituar a TA como recurso do ensino e aprendizagem; identificar o conhecimento dos professores; desenvolver formação continuada com os professores AEE da cidade de Arapongas, norte do Paraná; elaborar Guia Pedagógico com conteúdo da formação. Desta forma, utiliza-se da abordagem qualitativa, fundamentada pela pesquisa exploratória e descritiva, enquanto os procedimentos foram amparados pela pesquisa bibliográfica e pesquisa-ação. Os participantes do estudo foram os professores de apoio educacional especializado da cidade de Arapongas, totalizando 39 professores, e segundo informações coletadas dos professores, apresentaram pouco conhecimento a respeito da temática em estudo, o que resultou como recurso educacional a organização e oferta de uma formação continuada. Conclui-se que para melhoria de práticas pedagógicas inclusivas, faz-se necessário ampliar a formação para todos os professores da educação básica, podendo assim, fortalecer a qualidade do aprendizado dos estudantes, proporcionando-lhes um ambiente de aprendizagem mais acessível, estimulante e equitativo.
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    Formação de professores(as): Planejamento colaborativo uma perspectiva inclusiva na educação infantil
    (Universidade Estadual do Paraná, 2029-10-24) Gonçalves Oliveira de, Janaíne; Silva, Sandra Salete de Camargo; Zanlorenzi, Claudia Maria Petchak; https://lattes.cnpq.br/5635517055338323; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; https://lattes.cnpq.br/4979196869362300; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Zanlorenzi, Claudia Maria Petchak; https://lattes.cnpq.br/5635517055338323; Silva, Madalena Pereira da; https://lattes.cnpq.br/0471818332882195; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634
    O estudo faz parte das pesquisas do Programa de Pós-Graduação, Mestrado Profissional em Educação Inclusiva (PROFEI), da Universidade Estadual do Paraná. A linha de pesquisa Práticas e Processos Formativos de Educadores para a educação Inclusiva, a pesquisa tem como finalidade delinear a importância do planejamento colaborativo para práticas pedagógicas inclusivas em uma proposta formativa para a Educação Infantil na rede municipal de Porto União – SC. Especificamente, estabeleceu-se: contextualizar a trajetória da escolarização da pessoa com deficiência no Brasil, no estado de Santa Catarina e no município de Porto União – SC; conceituar o planejamento colaborativo na Educação Infantil com uma perspectiva inclusiva na formação continuada; identificar alguns marcos históricos legais da Educação Infantil no Brasil, no estado de Santa Catarina e no município de Porto União – SC, a partir da década de 1990; identificar o entendimento acerca do planejamento na Educação Infantil, bem como as condições para sua elaboração e as possibilidades alternativas inclusivas; apresentar o planejamento colaborativo mediante uma proposta formativa para a Educação Infantil inclusiva. Como problemática da pesquisa, observou-se a carência de um planejamento articulado entre os profissionais que atendem os estudantes com deficiência. Tem-se a preocupação de como desenvolver o planejamento de forma colaborativa com práticas pedagógicas inclusivas que atendam todos os estudantes, dentro das possibilidades e desafios encontrados no contexto escolar. Portanto, percebendo a importância do trabalho colaborativo, a pergunta do problema da pesquisa é: Como a formação continuada de professores(as) na perspectiva de inclusão pode contribuir para o planejamento colaborativo na Educação Infantil? Tal investigação apresenta relevância e originalidade no contexto educacional por evidenciar a necessidade de uma proposta que apresente resultados positivos dentro do contexto escolar e as revisões de práticas que visem ao êxito no processo inclusivo. A pesquisa tem abordagem qualitativa, do tipo bibliográfica. É exploratória e a interação com os sujeitos participantes ocorreu mediante a pesquisa-ação. Usamos o questionário como instrumento de coleta de dados aplicado aos sujeitos participantes, via Google Forms. Os participantes do estudo foram professores(as) do ensino comum e do Atendimento Educacional Especializado (AEE), e pedagogos(as) que atuam na Educação Infantil da cidade de Porto União – SC. O referencial teórico está consolidado mediante os estudos de: Damiani (2008); Roldão (2007); Libâneo, (2006); Mazzotta (2005); Silva (2017); Vilaronga; Mendes (2014); Mendes (2023); Oliveira (2023); Nóvoa (2019); Damiani (2008). O recurso educacional sendo uma Proposta Formativa de forma presencial com os(as) professores(as) e gestão escolar materializou-se por meio de um e-book com subsídios teóricos metodológicos e possibilidade para promover o planejamento colaborativo entre os(as) professores(as) da Educação Infantil, aprimorarando as práticas pedagógicas e fortalecendo a formação continuada.
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    Inclusão escolar das crianças com transtorno do espectro autista na educação infantil: uma revisão de literatura
    (Universidade Estadual do Paraná, 2025-03-17) Cordeiro, Irismar de Fátima; Ujiie, Nájela Tavares; https://lattes.cnpq.br/1242945275956878; https://lattes.cnpq.br/7260328740564439; Ujiie, Nájela Tavares; https://lattes.cnpq.br/1242945275956878; Blaszko, Caroline Elizabel; https://lattes.cnpq.br/7383240071679937; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478
    Autism Spectrum Disorder (ASD) is characterized as a neurological development disorder that can affect the triad of language, communication, and social interaction. Early diagnosis is of utmost importance for children with autism, from an early age, so that they can be included in kindergarten and have their specific needs met in the comprehensive education path. In light of the above, the guiding question of the research arises: What do scientific publications reveal about the school inclusion of children with Autism Spectrum Disorder in Early Childhood Education? The present research had as its general objective to investigate the contributions of the academic literature on the inclusion of children with ASD in Early Childhood Education, with a view to identifying challenges and opportunities for more inclusive educational policies and practices. In order to achieve the general objective proposed in this dissertation, the following specific objectives were listed: Contextualize Early Childhood Education, school inclusion, and autism spectrum disorder; to map and categorize the main theoretical and practical contributions of academic publications on the inclusion of children with ASD in Early Childhood Education, focusing on the most commonly used pedagogical approaches and teaching strategies; to identify gaps and opportunities for improvement in pedagogical practices aimed at the inclusion of children with ASD in Early Childhood Education, based on the analysis of contributions from academic literature. As a methodological substrate, the research is anchored in the systematic literature review using the BuscAd tool together with digital databases: Capes Journal Portal of Theses and Dissertations, Brazilian Digital Library of Theses and Dissertations (BDTD) and Scientific Electronic Library Online (Scielo), carried out with a time frame from 2014 to 2024. The descriptors used were “Autism Spectrum Disorder”, “Early Childhood Education” and “School Inclusion”. This is a theoretical bibliographical study that seeks to offer a consolidated view of the studies already carried out on the inclusion of autistic children in the first stage of Basic Education: Early Childhood Education. The research conducted using the BuscAd tool resulted in the initial identification of 68 published scientific papers; after the automatic exclusion of eight duplicate records by the tool and three duplicate records removed in the authors' analysis, 57 records were selected. Based on the refinement and application of eligibility criteria, 17 more papers that did not present thematic alignment with the focus were excluded. Thus, the present research is composed of 40 scientific papers, 13 articles, 25 dissertations and two theses. The amount analyzed reveals an incipient number of studies on the subject, especially considering the territorial dimension of Brazil. The data highlight the need to expand specific research on ASD in Early Childhood Education. The scientific publications analyzed reaffirm the relevance of inclusive pedagogical practices as one of the main foundations of school inclusion of children with ASD.
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    O ensino colaborativo: contribuições para as práticas docentes inclusivas
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-10-25) Fink, Michelly; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; https://lattes.cnpq.br/2792401513654823; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634
    A literatura científica sinaliza uma proposta de trabalho coletivo para promover a inclusão escolar de forma mais efetiva. Nessa perspectiva, o ensino colaborativo aponta que todos os atores da escola voltem seus esforços para discutir as melhores estratégias de ensino para o estudante. Sendo assim, este estudo foi centrado na finalidade de refletir a respeito do ensino colaborativo, como promissor na escolarização de qualidade do estudante público da educação especial. Como objetivo geral, visou a compreender as contribuições do ensino colaborativo para o planejamento de práticas docentes inclusivas, no contexto escolar, entre os professores do ensino comum e do Atendimento Educacional Especializado na Sala de Recurso Multifuncional. No intuito de responder preliminarmente a problemática das contribuições do ensino colaborativo, entre os professores do ensino comum e do Atendimento Educacional Especializado na Sala de Recurso Multifuncional, para a escolarização do estudante com deficiência e os impactos que o ensino colaborativo produz ou pode produzir nas práticas dos professores, o estudo aqui apresentado buscou aporte teórico e metodológico em autores como Fernandes, Schlesener e Mosquera (2011), Kassar (2011), Mendes (2010), Capellini e Zerbato (2019), Mendes, Vilaronga e Zerbato (2018), Rabelo (2012), Vilaronga e Mendes (2014), Libâneo (1992), Gil (2002), Lüdke e André (1986), entre outros pertinentes à temática. Com base teórica e metodológica na compreensão da temática ancorada na pesquisa qualitativa, de cunho bibliográfico, exploratória e aplicada à educação, com base na pesquisa-ação. Como recorte espaço-temporal, a pesquisa englobou quatro escolas estaduais que ofertam o Ensino Fundamental II – Anos Finais e o Ensino Médio, de União da Vitória, Paraná. Participaram de um questionário e de encontros do grupo formativo, professoras da educação comum e da educação especial. O produto educacional foi constituído em detrimento do caminho percorrido, iniciando com a aplicação do questionário e análise dos documentos das escolas, seguindo com os encontros do grupo formativo com as professoras e finalizando com o registro dos resultados em um livro eletrônico (e-book) - “Caderno de orientação para grupos formativos: uma proposta colaborativa”, o qual tratou de sugestões de conteúdos, metodologias e livros a serem abordados nos encontros do grupo formativo voltados para a inclusão. Da análise fundamentada pelo aporte metodológico foi possível identificar as contribuições do ensino colaborativo entre os professores do ensino comum e Atendimento Educacional Especializado na Sala de Recurso Multifuncional para a escolarização do estudante com deficiência, assim como, os impactos que o ensino colaborativo produz ou pode produzir nas práticas dos professores. Salienta se que a realização dos encontros do grupo formativo foi relevante e determinante para configurar o e-book em formato de caderno de orientações para um grupo permanente de estudos, discussões, reflexões e planejamento. De igual modo, o e book se apresentou como alternativa de tornar o ensino acessível a todos os estudantes e construir espaços mais inclusivos.
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    O planejamento colaborativo entre o(a) segundo(a) professor(a) do atendimento educacional especializado da sala de aula comum e o(a) segundo(a) professor(a) de turma
    (Universidade Estadual do Paraná, 2026-09-24) Senf, Josiele Regiane Grossklaus; Silva, Sandra Salete de Camargo; Moda, Deise Borchhardt; https://lattes.cnpq.br/7419859603031477; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; https://lattes.cnpq.br/8927052436349202; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Moda, Deise Borchhardt; https://lattes.cnpq.br/7419859603031477; Silva, Madalena Pereira da; https://lattes.cnpq.br/0471818332882195; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634
    Este estudo apresenta uma discussão referente à articulação do trabalho entre os(as) professores(as) da sala de aula comum junto aos(às) professores(as) da Educação Especial por meio do planejamento colaborativo como estratégia inclusiva. A pesquisa faz parte do Programa de Pós-Graduação, Mestrado Profissional em Educação Inclusiva (PROFEI) da Universidade Estadual do Paraná, sob a linha de pesquisa: Práticas e Processos Formativos de Educadores para Educação Inclusiva. A construção de uma escola inclusiva pressupõe a garantia ao acesso, à participação e a valorização das diferenças. Partindo do princípio de que a escola é um espaço de acolhimento, de desenvolvimento humano e de direito de todos, como estabelece a Constituição Federal de 1988, esta pesquisa tem por objetivo compreender as contribuições da articulação do trabalho entre o(a) professor(a) do Atendimento Educacional Especializado (AEE) junto ao(à) professor(a) da sala de aula comum e o(a) segundo(a) professor(a) de turma, por meio do planejamento colaborativo. As reflexões contextualizam a trajetória histórica do AEE na rede estadual de ensino de Santa Catarina e apresentam o planejamento colaborativo como possibilidade na articulação entre os(as) profissionais da Educação Especial e os da sala de aula comum. A condição mobilizadora desta pesquisa concentra-se no seguinte questionamento: Como o planejamento colaborativo entre o(a) professor(a) do AEE, o(a) professor(a) da sala de aula comum e o(a) segundo(a) professor(a) de turma contribui para o desenvolvimento de práticas inclusivas no contexto da sala de aula comum? O embasamento teórico tem por referência marcos legais do processo de escolarização das pessoas com deficiência e autores da área da educação inclusiva, como Silva (2017), Hummel (2007), Mantoan (2003), entre outros autores que pesquisam acerca do trabalho colaborativo como prática de inclusão escolar, como Damiani (2008), Roldão (2007), Carrilho (2011) e Santiago e Santos (2015). O estudo caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica e de campo, de natureza aplicada, pautada na abordagem qualitativa, exploratória e de pesquisa-ação, realizada em três escolas estaduais localizadas no município de Porto União/SC. Participaram desta pesquisa professores(as) da sala de aula comum, professores(as) do AEE, segundos(as) professores(as) de turma e pedagogos(as). A coleta de dados se deu por meio de questionários disponibilizados via Google Forms, e a análise foi estruturada no processo de categorização com base nas respostas obtidas, de modo a compreender dados relevantes e essenciais para a pesquisa. O resultado da pesquisa revela fragilidades organizacionais e atitudinais que impedem que a colaboração aconteça, no entanto, as participantes reconhecem as potencialidades da articulação entre os(as) professores(as) da sala de aula comum e os(as) professores(as) da Educação Especial por meio do planejamento colaborativo. Os dados analisados foram materializados em um e-book que se constitui em um guia pedagógico, pensado e organizado colaborativamente. Esse recurso propõe a construção de um planejamento colaborativo que atenda às especificidades que a sala de aula comum contempla. Consideramos que esse recurso educacional configura-se como um aporte teórico que promove reflexões acerca do trabalho colaborativo com vistas à articulação do planejamento entre os(as) professores(as) da sala de aula comum e os(as) professores(as) da Educação Especial numa perspectiva inclusiva.
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    O planejamento colaborativo na formação diversificada do ensino integral para promover uma educação inclusiva
    (Universidade Estadual do Paraná, 2031-10-24) Silva, Everton Schwartz da; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; https://lattes.cnpq.br/5482197051145233; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508; Vieira, Leociléa Aparecida; https://lattes.cnpq.br/0063909006157307
    A oferta do Ensino em Tempo Integral (ETI), no Estado do Paraná, tem aumentado. Esse modelo educacional é direcionado para a formação integral dos(as) estudantes, oportunizada pela ampliação de tempo e espaço, articulado com os componentes curriculares da formação diversificada. Porém, percebemos que essa proposta encontra muitas dificuldades em sua efetivação e, muitas vezes, as ações pedagógicas reproduzem os processos segregacionistas e excludentes que comumente encontramos na educação pública. Frente a essa situação, identificamos o seguinte problema: Por que as práticas docentes inclusivas não estão sendo efetivadas, mesmo com todas as possibilidades que os componentes curriculares da formação diversificada oferecem? O objetivo geral foi compreender como o planejamento colaborativo pode contribuir na efetivação da proposta da ETI, por meio dos componentes curriculares da formação diversificada, na perspectiva da Educação Inclusiva. Como objetivos específicos foram: contextualizar a Educação Inclusiva na proposta do ETI; apresentar o planejamento colaborativo como possibilidade; identificar o processo de elaboração do planejamento pelos(as) participantes da pesquisa; promover uma formação presencial sobre o planejamento colaborativo; e desenvolver um recurso educacional, em formato de plataforma digital como suporte para a elaboração do planejamento colaborativo. Para contribuir com os objetivos da pesquisa, a fundamentação teórica pautou-se em autores(as) como Libâneo, Santos, Moll, Lago e Santos, Arroyo, Mendes, Vilaronga, Zerbato, Capellini, entre outros(as). A metodologia utilizada, conforme Minayo, Gomes, Deslandes, Creswell e Silva, identifica-se como pesquisa social qualitativa, exploratória e descritiva, executando uma pesquisa-ação. Com a utilização dos instrumentos de pesquisa – questionário e entrevistas – foi realizada a coleta de dados do grupo de pesquisa. Após a descrição, análise e interpretação dos dados, organizamos e implementamos o recurso educacional. Por se tratar de uma pesquisa-ação, pesquisador e participantes desenvolveram um trabalho colaborativo, pautado no processo dialógico que uniu a pesquisa com uma ação para o enfrentamento dos desafios que a contemporaneidade apresenta à educação pública, principalmente para que a educação se efetive inclusiva.
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    Planejamento colaborativo, documentação pedagógica e processos de aprendizagens: caminhos pela visibilização dos alunos da educação especial
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-10-25) Pinheiro, Vanessa Tavares Brito; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; https://lattes.cnpq.br/6643320015870100; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634
    A educação na perspectiva inclusiva tem sido bastante discutida nos ambientes acadêmicos e escolares. Na história da educação no Brasil, encontramos marcos precursores de processos inclusivos, contraditoriamente permeados por fortes registros segregacionistas. Nesse contexto, a pesquisa objetiva discutir o ensino colaborativo no planejamento das aulas de matemática dos 6º anos do Ensino Fundamental II para alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação. Enquanto pedagoga e professora da Educação Especial, esta pesquisadora acompanha as dificuldades vivenciadas pelos professores do ensino comum em trabalhar com os alunos da Educação Especial. Como questão problematizadora da pesquisa, buscamos compreender de que forma o planejamento colaborativo e a documentação pedagógica podem contribuir como ferramentas para dar visibilidade às aprendizagens dos alunos da Educação Especial. Com abordagem qualitativa, exploratória, baseada na pesquisa-ação, participaram dessa pesquisa aproximadamente 12 profissionais da Educação Básica, professores do ensino comum, professores do AEE e pedagogos. Para a coleta de dados, foram utilizados questionários através da plataforma google forms. Para a base bibliográfica foram utilizados autores de referência nas áreas de planejamento, ensino colaborativo, bem como de práticas de documentação pedagógica. Entre os autores que dão aporte teórico para este trabalho estão Mendes (2010), Carvalho (2019), Mello (2020), Barbosa (2020), Faria (2020), Capellini (2019) e Zerbato (2019). A partir da análise dos dados, a pesquisa apresenta uma proposta de formação de professores com base em grupo de estudos de aporte teórico e metodológico que respaldem a construção coletiva de planejamento inclusivo. Os resultados do produto educacional foram registrados em um livro eletrônico (e-book) intitulado “Orientações para formação continuada: planejamento colaborativo e a documentação pedagógica no processo de inclusão” que poderá ser utilizado em outros espaços de formações com o coletivo da escola.
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    Proposta formativa para professores da rede municipal de ensino na perspectiva da Educação Inclusiva
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-10-24) Lima, Tatiana de; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; https://lattes.cnpq.br/9401227006406867; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Bondezan, Andreia Nakamura; https://lattes.cnpq.br/9661846112727279; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478
    O assunto inclusão escolar necessita ser amplamente discutido, de modo que ocupe um lugar significativo nas práticas, não sendo algo somente previsto no papel. Precisamos trazer essa discussão para dentro das escolas, (re)pensar nas nossas práticas, compreender todo o caminho que nos trouxe até aqui, buscar adequações metodológicas eficazes que atendam alunos e professores, em suas especificidades, garantindo, assim, o sucesso de uma educação para todos. Sabemos que estamos em constante aprendizado, buscamos, por meio de formações, o aperfeiçoamento de nossas práticas pedagógicas. Embora as políticas públicas garantam, através de leis, o aperfeiçoamento profissional e capacitações, sabe-se que pouco se foca em uma formação continuada voltada ao ensino da Educação Especial, em uma perspectiva inclusiva. Nesse sentido, a pesquisa tem como objetivo compreender as demandas necessárias na Formação Continuada dos docentes, na perspectiva de Educação Inclusiva, na rede municipal de Paulo Frontin-Paraná. Para a efetivação da pesquisa, optou-se por estudo de abordagem qualitativa, de base bibliográfica, documental, respaldada na análise da coleta de dados, por meio da pesquisa ação, caracterizando-se como uma pesquisa exploratória. Os procedimentos adotados para a elaboração da pesquisa delimitam se com o estudo bibliográfico e levantamento de dados no município de Paulo Frontin, em relação as suas propostas de ensino para a formação continuada dos professores, na perspectiva de Educação Inclusiva. O estudo contou com a aplicação de um questionário online com perguntas de múltipla escolha. Essas informações possibilitaram a elaboração da proposta formativa continuada, que foi organizada a partir de leituras, encontros, oficinas (online) e realização de atividades. Por fim, foi materializada como um aporte teórico em formato de e-book, intitulado Formação Continuada para a Inclusão: percursos e saberes necessários, com propostas formativas colaborativas para os professores, seguindo um roteiro com alternativas metodológicas e sugestões de estratégias de planejamento colaborativo, para ser usado por grupos de formação. Esta proposta foi aplicada com os professores do município e pontuamos como resultados que a oferta para formações continuadas para a Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, ainda é baixa, necessitamos de uma reorganização das políticas públicas quanto a propostas do Ensino Colaborativo. Precisamos contar com os professores da rede básica nas discussões sobre o Ensino Inclusivo, fortalecendo trocas de experiências e ampliando suas visões, com o objetivo de que compreendam que a inclusão pode e deve acontecer nos espaços escolares de forma íntegra, sem qualquer tipo de exclusão e práticas que gerem segregação. O referencial teórico está consolidado através dos estudos de Bueno (1996), Januzzi (2012), Kassar (2011), Mazzota (2011), Mendes (2010), Prieto (2006), entre outros autores. Assim, compreendemos que o trabalho docente é de suma importância quando se fala sobre inclusão escolar.
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    Tecnologia Assistiva como recurso pedagógico: Concepções dos docentes das salas de Recursos Multifuncionais
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-10-26) Moraes, Marcelo Rodrigues de; Hummel, Eromi Izabel; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/5244986863537914; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317
    A inclusão dos estudantes público-alvo da educação especial no ensino regular é assegurada por leis e decretos. Em 2007 foi implantada as Salas de Recursos Multifuncionais, um espaço equipado com recursos e professores especialistas na área da educação especial, os quais são responsáveis pelo Atendimento Educacional Especializado. Entre as atividades desenvolvidas por estes professores está ensinar e utilizar os recursos de Tecnologia Assistiva durante as aulas e em colaboração com os demais professores do ensino regular. Desta forma, essa pesquisa discute a formação do professor do atendimento educacional especializado e o uso da tecnologia assistiva no contexto educacional inclusivo. Assim sendo, questiona-se qual a concepção que os professores que atuam neste Atendimento Educacional Especializado, no município de Apucarana – Paraná, tem sobre os recursos e práticas de tecnologia assistiva no contexto educacional inclusivo? O objetivo geral deste trabalho consiste em investigar a concepção dos professores do Atendimento Educacional Especializado sobre a tecnologia assistiva e seu uso. Este estudo baseou-se na pesquisa exploratória, com a análise na abordagem qualitativa. Realizou-se uma coleta dos dados por meio de dois questionários, os quais foram enviados em momentos distintos. O primeiro questionário objetivava identificar os recursos de tecnologia assistiva presentes nas salas de recursos multifuncionais e o segundo buscou compreender a concepção dos professores a respeito da tecnologia assistiva. As respondentes foram vinte e cinco professoras que trabalham nas salas de recursos multifuncionais. Os resultados desta pesquisa apontaram que há fragilidades no uso da tecnologia assistiva por parte dos docentes que responderam aos questionários, problemas dos quais iniciam-se na formação inicial e por vezes não são resolvidos na formação continuada. ressalta-se ainda, que a educação inclusiva é de responsabilidade de todos, desde as políticas educacionais até o contexto de cada escolar. Desta forma, este estudo colaborou para o planejamento de uma proposta de formação continuada, denominado de “Formação em Tecnologia Assistiva: Proposta a partir de concepções das professoras da Sala de Recurso Multifuncional” apresentada como produto educacional desta dissertação em formato e-book que ficará acessível aos professores como forma de contribuir com sua formação.

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