Navegando por Autor "Silva, Ricardo Tadeu Caires"
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Item A História do Haiti e sua relação com o Brasil: proposta de uma sequência didática(Universidade Estadual do Paraná, 2024-05-24) Ferreira, Gelssi Marli Muller; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/3233464905073021; http://lattes.cnpq.br/3233464905073021; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/3233464905073021; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; Chaves, Otávio Ribeiro; http://lattes.cnpq.br/0591671557668004Este trabalho teve por objetivo a elaboração de uma sequência didática acerca da História do Haiti, enfatizando a relação histórica deste país com o Brasil. Para a construção desta proposta, mapeamos as principais abordagens acerca da história haitiana nos livros didáticos do ensino fundamental e médio adotados nas escolas brasileiras. Em seguida, e em consonância com as recentes abordagens historiográficas sobre o tema, elaboramos o material didático, privilegiando o aprofundamento de dois momentos históricos desta relação: sendo o primeiro deles a Revolução haitiana de 1794; e o segundo a imigração de cidadãos haitianos para o Brasil no século XXI, fenômeno este ainda em curso. Conforme demonstrado em vários estudos, a Revolução de 1794 repercutiu em todo o continente americano e ressoou em terras brasileiras, gerando fortes temores de que tal exemplo motivasse os escravos a se revoltarem contra o sistema escravista. Mais recentemente, constata-se que o fenômeno migratório de cidadãos haitianos para o Brasil tem impactado diversas regiões do nosso país, sendo o Estado do Paraná uma delas. Compreender as causas e a dinâmica desse processo é algo que consideramos fundamental, pois a escola pública brasileira tem acolhido, ainda que precariamente, centenas de estudantes haitianos. Acreditamos que a construção da referida sequência didática pode se constituir numa importante estratégia de trabalho para os docentes que diariamente lecionam em escolas onde a presença de imigrantes é marcante, auxiliando no combate ao preconceito, ao racismo e à xenofobia.Item A História Pública e o Protagonismo Feminino no Livro Didático de História(Universidade Estadual do Paraná, 2022-12-06) Silva, Alcione Aparecida da; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; http://lattes.cnpq.br/4671707416188987; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Neves, Marcos Cesar Danhoni; http://lattes.cnpq.br/6514146095003486A presente pesquisa propõe uma reflexão sobre o protagonismo feminino no livro didático utilizado no ensino de História, ainda que seja necessário considerar o contínuo antagonismo de opressões que cerceiam o gênero feminino. Considerando o ensino de história na educação básica para a construção da conscientização histórica e tomando como base o conceito de história pública, surgem questionamentos como: que relevância a disciplina possui na vida prática dos alunos? Como dar contornos de importância social à produção da disciplina de História confrontada por narrativas que, embora consideradas legítimas, orientam anseios coletivos e individuais, fixam identidades sem qualquer premissa teórica? Sabemos que a construção da identidade sobre si mesmo e/ou sobre o outro constitui reflexões que nascem de experimentos vividos. No Brasil, vem se construindo um novo debate sobre a didática da história, relacionando-a à história pública, o que transcende a história disciplinar regulada pela ciência. É de fundamental importância a inclusão de uma história procedente de grupos sociais diversos, cujos frequentes embates promoveram estratégias que devem ser incorporadas ao como ensinar e aprender história. Nesse sentido, centrando nosso objeto de pesquisa na interseccionalidade feminina e no protagonismo feminino, objetivamos o interesse e o posicionamento no ensino de História, promovendo o reconhecimento da história das mulheres, argumentando suas ausências nos livros didáticos e/ou a neutralidade dos seus produtores em relação a elas. Propomos algumas práticas, como o estudo do protagonismo das mulheres em diferentes frentes sociais articulando suas atuações com o processo educativo a fim de favorecer a sua inserção na história pública.Item A literatura de Carolina Maria de Jesus no ensino de história: uma sequência de atividades didáticas a partir da obra “Quarto de despejo” (1960).(Universidade Estadual do Paraná, 2020-09-23) Santos, Andreia Aparecida dos; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; http://lattes.cnpq.br/3850388146652788; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Chaves, Otávio Ribeiro; http://lattes.cnpq.br/0591671557668004Nos dias atuais os professores de diversas áreas do conhecimento, incluindo a História, enfrentam o desafio da superação diária para despertar o interesse dos alunos no processo de ensino-aprendizagem. Diante da necessidade de novas metodologias para o Ensino de História, lançamos mão da narrativa literária como forma de promover, junto aos alunos, a construção de conhecimento histórico. A pesquisa consistiu no planejamento e aplicação de uma sequência didática para utilização em sala de aula, o material contém orientações didáticas para o trabalho da literatura como fonte histórica. A aplicação das atividades aconteceu em duas turmas do 3º ano do Ensino Médio dos colégios Antonio Dorigon e Arroio Grande, ambos localizados no município de Pitanga – PR. Partimos da análise da biografia de Carolina Maria de Jesus e sua principal obra ―Quarto de despejo: diário de uma favelada‖ (1960). O conhecimento histórico desenvolve o senso crítico, determinados acontecimentos semelhantes ou não à nossa temporalidade nos permitem posicionamentos que resultam em uma autocompreensão e/ou autoconhecimento. Apoiados na afirmativa de Jörn Rüsen, quando este afirma que o Ensino de História deve contagiar o aprendizado e determinar a sagacidade com a qual o sujeito orientará sua vida, pensamos no Ensino de História para a Educação Básica objetivando contribuir para com mudanças substanciais nas práticas historicamente construídas encaminhando reflexões da consciência política e histórica ao abordar aspectos espaço/temporais presentes na obra literária.Item Antirracismo na escola: uma prática pedagógica multidisciplinar decolonial(Universidade Estadual do Paraná, 2024-03-05) Souza, Ilda Aparecida de; Mezzomo, Frank Antonio; http://lattes.cnpq.br/3360323221539136; http://lattes.cnpq.br/4801456960203880; Mezzomo, Frank Antonio; http://lattes.cnpq.br/3360323221539136; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Souza, Angela Maria de; http://lattes.cnpq.br/4207025108497025Este estudo parte da problemática de se desenvolver uma educação crítica, especialmente em relação ao racismo, que traz tantos efeitos para indivíduos no ambiente escolar e na sociedade. O estudo compartilha da concepção de que o ser humano não pode ser classificado por raça, cor ou ascendência, entendendo que o ambiente escolar convive com o racismo epistêmico, reconhecendo predominantemente os conhecimentos ocidentais como únicos válidos e legítimos. Isto indica que a educação precisa propor uma reflexão sobre o ensino da história e analisar seus registros de conhecimentos como base para a interpretação da história do Brasil. Partindo dessas compreensões e motivações, investigamos de que forma a equipe multidisciplinar pode contribuir para uma educação decolonial antirracista. Para tanto, foi proposto desenvolver uma Sequência Didática (SD), promovendo os direitos humanos no âmbito escolar, com foco nos mecanismos apontados na Lei n. 10.639/03. A Sequência Didática serviu para organizar rodas de conversas envolvendo os professores da equipe multidisciplinar do Colégio Cívico-Militar Dr. Osvaldo Cruz, em Campo Mourão, Paraná, assim como os resultados da pesquisa apontados na avaliação realizada com os professores. A pesquisa contribui para o desenvolvimento de proposta antirracista na escola, procurando construir uma educação democrática.Item Caminhos para uma História Pública da mulher favelada: compreendendo “Quarto de Despejo” (1960)(Universidade Estadual do Paraná, 2021-09-23) Santos, Ana Laura Perenha dos; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; http://lattes.cnpq.br/4677417317938126; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Coito, Roselene de Fátima; http://lattes.cnpq.br/4593755793342327Considerando o cenário atual, onde existe um debate crescente acercada educação institucionalizada ou informal, a presente pesquisa busca identificar aspectos da interface da História Pública, suas práticas e suas reflexões com a literatura. Para tanto, mobilizamos as conceituações de biopoder e de disciplina delineadas nas obras de Michel Foucault. Buscamos compreender, a partir da obra Quarto de despejo: diário de uma favelada (1960), de Carolina Maria de Jesus, como a biopolítica opera, por meio do racismo de Estado, marginalizando as populações negras e como Carolina Maria de Jesus resiste a esse mecanismo de exclusão e de segregação a partir da experiência da escrita durante todo o período que vive na favela do Canindé. Ademais, procuramos verificar como, a partir da escrita de si, uma prática de História Pública é possibilitada, haja vista ser um campo de pesquisa que promove a validade dos múltiplos discursos produzidos sobre as representações do presente ou do passado sem hierarquizá-los em que pese a necessidade das trocas de experiências que buscam atrelar prática à reflexão teórica/metodológica produzindo conhecimento .Assim, em nossas análises foi possível perceber que Carolina Maria de Jesus, ao mostrar em seu texto como a biopolítica age sobre a população favelada por meio da fome e das insalubres condições que a submete ,acaba exercendo uma prática de História Pública a partir da margem. Além disso, é por meio da literatura que ela resiste ao poder desse espaço biopolítico, uma vez que consegue viver e se deslocar do quarto de despejo, a favelado Canindé, passando a habitar a sala de visitas. Palavras-chave: História Pública. Literatura. Biopoder. Sociedade Disciplinar. Carolina Maria de Jesus.Item Como abordar a temática do comunismo nas aulas de história: uma proposta metodológica a partir dos games.(Universidade Estadual do Paraná, 2020-11-19) Silva, Cleverson José Catore da; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; http://lattes.cnpq.br/1240793045087510; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; Chaves, Otávio Ribeiro; http://lattes.cnpq.br/0591671557668004A presente dissertação tem como objetivo discutir estratégias acerca do uso dos games nas aulas de História tomando por base a temática do comunismo. Elemento do universo cultural de crianças e adolescentes, os jogos digitais se constituem numa importante ferramenta de aprendizagem histórica na medida em que podem auxiliar no desenvolvimento de conceitos históricas como tempo, espaço, economia, classe social, cultura, poder e narrativa, dentre outros. A escolha do comunismo como conteúdo norteador se deu em face de que esta noção continua sendo (res) significada e mobilizada na sociedade brasileira para justificar a defesa de determinados posicionamentos políticos por parte daqueles que veem esta doutrina como uma ameaça à religião, à família e à pátria brasileira. Para tanto, traçamos o percurso histórico de como este conceito se constituiu historicamente, sobretudo a partir da contribuição teórica de pensadores com Karl Marx e Vladmir Lenin. Em seguida, problematizamos como e quando as ideias comunistas chegaram ao Brasil e como foram recebidas pelos setores mais tradicionais da sociedade - culminando numa reação oposta a esta doutrina, ou seja, anticomunismo. Expresso em três matrizes principais – religião, liberalismo e militarismo -, o discurso anticomunista foi responsável por elaborar um conjunto de representações negativas acerca do comunismo, as quais, ainda hoje, povoam o imaginário popular e que são marcadas por exageros, equívocos e imprecisões históricas. Disseminada principalmente pelas redes sociais - tais como o facebook, instagram, twitter e youtube – essas representações exercem grande influência sobre a maneira pela qual estudantes e os indivíduos em geral (res) significam o conceito de comunismo tratado em sala de aula, sendo que tais narrativas muitas vezes se contrapõem à interpretação histórica do tema. Por fim, elaboramos um jogo digital para ser trabalhado com alunos do ensino fundamental II e que tem como narrativa a trajetória do comunismo no Brasil.Item De Colônia Thereza à Freguesia de Therezina (1847-1871): A história de uma colônia às margens do Rio Ivaí na perspectiva da história pública(Universidade Estadual do Paraná, 2023-03-31) Oliveira, Roberto Aparecido de; Priori, Angelo Aparecido; http://lattes.cnpq.br/9430424742681196; http://lattes.cnpq.br/6273001281649328; Priori, Angelo Aparecido; http://lattes.cnpq.br/9430424742681196; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Silva, Karla Maria da; http://lattes.cnpq.br/9712004112106507Neste trabalho foram analisados aspectos políticos, culturais, e econômicos, acerca da Colônia Thereza a partir de sua edificação em 1847 até 1871. Buscamos respostas sobre o que levou em tão pouco tempo, uma colônia de sucesso, ao fracasso, à descaracterização, e perda da identidade, bem como, o seu processo de resiliência, que mesmo decadente se mantinha enquanto local de interesse nacional. As relações da colônia com a região de Guarapuava, com a província do Paraná, e com o Império ajudam nesta compreensão, mas fontes como os relatos de Thomas Plantagenet BiggWither, engenheiro inglês que viveu dois anos na Colônia Thereza e região do Rio Ivaí em uma missão de trabalho, documentos oficiais do Governo do Paraná, da Câmara Municipal de Guarapuava, da Diocese de Guarapuava, e publicações da época, são essenciais para compreendermos as entrelinhas desta história pública. A política de colonização está intrínseca em nossa busca por compreensão, mas em nossa gama de análises as vozes do presente foram fundamentais nas releituras do passado, então recorremos à entrevistas e em depoimentos em página própria de nossa pesquisa, pois o público precisa saber porque acabou a Colônia Thereza Cristina, e como ficou a Freguesia de Therezina, bem como, como está o Distrito de Tereza Cristina.Item História do Brasil Império em jogo(Universidade Estadual do Paraná, 2022-05-16) Botelho, Leiva Cristina Severino; Mello, Ricardo Marques; http://lattes.cnpq.br/5690946182130826; http://lattes.cnpq.br/1789676105980492; Mello, Ricardo Marques; http://lattes.cnpq.br/5690946182130826; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Costa, Marcella Albaine Farias da; http://lattes.cnpq.br/6721324249058751Este trabalho tem como objetivo abordar a História do período imperial brasileiro de maneira lúdica e atrativa, por meio da produção de um jogo que atribui às fontes documentais um dos caminhos possíveis para se obter uma visão mais ampliada das versões históricas. Para tal, fizemos uma breve conceituação da palavra jogo, uma descrição de elementos relevantes nos jogos, como a ludicidade, as regras e o “faz de conta”, expresso pela ideia de Círculo Mágico, e debatemos as possibilidades de ensinar e aprender História utilizando jogos, sem desconsiderar as formas tradicionais de ensino. Segundo Rüsen (2011), a disciplina de História não pode mais ser considerada uma atividade divorciada das necessidades da vida prática. Assim, a ideia é que, a partir da discussão e análise dos documentos citados no jogo ora proposto, os estudantes tenham condições de construir e desenvolver sua capacidade de pensar historicamente a respeito de um período frequentemente preterido nas aulas de História no ensino básico. Além disso, o formato do jogo permitirá que professores e estudantes tenham a oportunidade de desenvolver pesquisas e criar, eles próprios, cartas adicionais ao jogo, assumindo uma atitude historiadora, como recomendado pela BNCC (2017). Dessa forma, o jogo Império: História do Brasil em jogo busca despertar o interesse pela nossa História, a partir do acesso a documentos como artigos de revistas, livros, filmes, histórias em quadrinhos etc., os quais revelam um pouco do dia a dia vivido pela população brasileira no século XIX, e colaborar com o processo de difusão dos resultados de estudos de diversos historiadores. Consequentemente, visa a propiciar a expansão do acesso ao conhecimento da História brasileira a um número cada vez maior de pessoas.Item Memórias de resistência: a história dos Movimentos Negros de Maringá (1985-2019)(Universidade Estadual do Paraná, 2021-10-29) Carvalho, Marcela Santos; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; http://lattes.cnpq.br/8725689128663397; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; Felipe, Delton Aparecido; http://lattes.cnpq.br/1673979833356158O presente trabalho narra a história do movimento negro de Maringá – Paraná, a partir de três instituições negras da cidade, a saber: Associação União e Consciência Negra de Maringá (AUCNM), criada em 1985; o Centro Cultural Jhamayka, fundado em 2001; e o Instituto de Mulheres Negras Enedina Alves Marques (IMNEAM), criado em 2005. A pesquisa teve como fonte principal as entrevistas realizadas com algumas lideranças destas três organizações a partir da metodologia da História Oral, em perspectiva com a História Pública. Além disso, foram utilizados documentos impressos tais como atas, estatutos, matérias jornalísticas e fotografias, etc. Embora a presença da população negra de Maringá seja notada desde os primórdios de sua colonização, as narrativas oficiais não destacam as importantes contribuições deste grupo étnico no desenvolvimento da cidade. Este processo de esquecimento e invisibilização, contudo, tem sido historicamente questionado. Constituído por homens e mulheres de diferentes níveis de formação, profissão, religião e ideologias políticas, o movimento negro local tem se valido de diferentes estratégias para combater o racismo e a discriminação e ao mesmo tempo afirmar seus valores culturais e suas lutas por uma verdadeira democracia racial.Item Nacionalismo, Uso e Abuso da História e o ofício do historiador em Eric Hobsbawm(Universidade Estadual do Paraná, 2022-03-25) Silva, Victor Ferreira e; Pirateli, Marcos Roberto; http://lattes.cnpq.br/3031442948722469; http://lattes.cnpq.br/4547144392988998; Pirateli, Marcos Roberto; http://lattes.cnpq.br/3031442948722469; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Batista, Roberto Leme; http://lattes.cnpq.br/7813996523571835Esta pesquisa tem como objetivo investigar a relação entre nacionalismo e usos e abusos do passado histórico em Eric Hobsbawm, e o impacto dessa problemática para o ofício do historiador na obra deste autor. Analisa-se os usos do passado enquanto problemática no campo da História Pública, e a questão dos usos e abusos da história na produção historiográfica de Hobsbawm sobre o nacionalismo moderno, buscando demonstrar as implicações dessa relação para o oficio do historiador e sua responsabilidade pública. O pensamento de Hobsbawm sobre os abusos da história situa esta problemática como aspecto estruturante da ideologia do nacionalismo, relação que implica diretamente os historiadores profissionais e seu papel social, enquanto intelectuais públicos, frente às deturpações do passado. Assim, a pesquisa investiga as principais obras de Hobsbawm em que tal relação faz-se presente, e a reflexão teórica do autor sobre o papel do ofício do historiador na sociedade em relação aos abusos político-ideológicos da história.Item No ritmo e na rima: ensinando História e Sociologia a partir da música do rapper Emicida(Universidade Estadual do Paraná, 2018-12-18) Perciliano, Michele; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; http://lattes.cnpq.br/1693879279489530; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; Gonçalves, José Henrique Rollo; http://lattes.cnpq.br/3295232368887413Este trabalho discute e apresenta as possibilidades didático-pedagógicas do uso da música como recurso didático no ensino de História tomando como referência a obra do rapper brasileiro Leandro Roque de Oliveira, mais conhecido como Emicida. A escolha do referido artista deveuse ao fato de suas músicas e demais atividades artísticas possuírem grande aceitação por parte da juventude brasileira, independentemente da classe social a que estes pertencem. Além disso, suas composições mencionam e problematizam aspectos da história da diáspora africana e da história do negro no Brasil em diferentes períodos e contextos, tais como as revoltas escravas, o cotidiano da escravidão, a desigualdade social, a discriminação, etc. A análise das canções foi feita a partir da leitura da historiografia sobre a História da diáspora negra no Brasil bem como a partir dos autores ligados à denominada Nova História Cultural. A partir da seleção de um conjunto de canções produzimos uma sequência de atividades didáticas para ser utilizada pelos professores das disciplinas de Humanas, sobretudo História e Sociologia, em harmonia com a aplicabilidade da Lei 10.639/03 - que instituiu o ensino de História da África e cultura afrobrasileira na educação básica.Item O Ensino de História e a Educação Antirracista: Proposta de uma Sequência Didática a partir do uso de imagens(Universidade Estadual do Paraná, 2024-11-09) Silva, Francisco Lopes da; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; http://lattes.cnpq.br/7284771914318923; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; Chaves, Otávio Ribeiro; http://lattes.cnpq.br/0591671557668004Partindo da leitura que a História do racismo no Brasil se confunde com a História do povo brasileiro, e o fortalecimento da luta antirracista é urgente, a presente dissertação vinculada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado Profissional em Ensino de História (ProfHistória) dentro da linha de pesquisa “Saberes Históricos no Espaço Escolar", tem por objetivo a elaboração de uma sequência didática a partir do uso de imagens para a construção de práticas antirracistas no Ensino de História. Tal escolha se deve ao fato da força que as imagens exercem na sociedade contemporânea, especialmente dentre os mais jovens. Nesse sentido, privilegiamos o uso de diferentes tipos de imagem, tais como gravuras, charges, memes, fotografias e filmes. O material é voltado aos professores (as) que trabalham no Ensino Médio e também com a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Os referenciais teóricos utilizados na construção dos planos de aula e demais atividades dialogam com a literatura acerca da cultura africana, afro-brasileira, antirracista, da branquitude e o pensamento decolonial – com destaque para as obras de pesquisadores (as) negros (as). Procuramos estabelecer uma leitura acerca das manifestações do racismo estrutural em diferentes momentos históricos, abarcando desde os primórdios da colonização europeia até o tempo presente. Com a presente sequência didática, objetivamos contribuir com o processo de construção de práticas pedagógicas antirracistas para auxiliar os docentes na luta contra a persistência do racismo no ambiente escolar, buscando uma sociedade menos desigual a partir das relações étnico-raciais.Item O uso de memes como recurso didático no ensino de história(Universidade Estadual do Paraná, 2022-07-28) Souza, Paulino Augusto Peres de; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; http://lattes.cnpq.br/0165285728983866; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Junior, Arnaldo Martin Szlachta; http://lattes.cnpq.br/466185918516747; Crestani, Leandro de Araújo; http://lattes.cnpq.br/4355800754850860Esta dissertação tem por objetivo discutir estratégias para o uso dos memes no ensino de História. Parte da cultura contemporânea da web, os memes exercem enorme influência entre pessoas de todas as idades, especialmente entre os adolescentes e jovens. Linguagem caracterizada pela intertextualidade, o meme mescla imagens, sons e palavras para transmitir mensagens de forma cômica, irônica, viral e, por vezes, ácida. Para melhor compreender a popularidade e aceitação dos memes entre as novas gerações, procuro contextualizar o mundo atual ante as mudanças provocadas pela globalização e pelas novas tecnologias de comunicação e informação, em especial a internet. Em seguida, problematizo o conceito de meme, suas principais características e tipos, dando destaque para os memes de cunho político e os memes históricos. Por fim, busco apresentar estratégias para o trabalho com os memes em sala de aula com vista ao desenvolvimento do letramento digital e da literácia histórica.Item Povoada de Umbanda: o Youtube como ferramenta de História Pública e Digital para a promoção de diálogos sobre as vivências e os enfrentamentos no universo umbandista(Universidade Estadual do Paraná, 2023-10-25) Haenisch, Paula Roberta Libanori; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; http://lattes.cnpq.br/4312579445143769; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; Serafim, Vanda Fortuna; http://lattes.cnpq.br/6264659053959186Este trabalho tem por objetivo trazer à tona discussões e reflexões acerca do potencial que a História Pública e a História Digital têm para a promoção de diálogo com públicos amplos e não acadêmicos, em espaços online, a respeito das religiões de matrizes africanas, no Brasil, com foco na Umbanda. Pretende-se estabelecer, inicialmente, por meio de revisão bibliográfica, algumas análises sobre o campo da História Pública com foco no Brasil e sobre como ferramentas do meio digital podem contribuir na construção dialógica do conhecimento histórico. Ainda por meio de revisões em materiais bibliográficos, pretende-se dialogar sobre o universo religioso umbandista, abordando as problemáticas legais em torno dessa religião ao longo dos três últimos séculos, as disputas de narrativas acerca de sua suposta origem, a cosmovisão dentro da referida religião, suas características que a sistematizam como religião de matriz africana e, por fim, de que maneiras a intolerância religiosa e o racismo também fazem parte das vivências e enfrentamentos dos povos afro-religiosos de nosso país. Por fim, serão trazidas discussões acerca dos motivos e dos métodos a serem utilizados em busca de diálogo com o público amplo, por meio no canal ‘Povoada de Umbanda’ criado na plataforma online Youtube agregando o que há de possibilidades a partir de dois potenciais campos historiográficos relativamente recém-institucionalizados que são a História Pública e a História Digital.