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Navegando por Autor "PREDES, Fabricia de Souza"

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    Conectando Saberes: A Integração Interdisciplinar da Educação Socioambiental Rumo à Sustentabilidade
    (Universidade Estadual do Paraná, 2025-03-10) CRISANTO, Janete Do Rosário Amaro; FIGUEIREDO, Josiane Aparecida Gomes; http://lattes.cnpq.br/4316737388104674; http://lattes.cnpq.br/6530160337178242; MUCHA, Márcia; http://lattes.cnpq.br/1723561216416814; NETHER, Michele Cristina; http://lattes.cnpq.br/1181075957045528; PREDES, Fabricia de Souza; http://lattes.cnpq.br/7003352389601856; CUNHA, Ellen Joana Nunes Santos; http://lattes.cnpq.br/1803913210571986
    Este trabalho evidencia o potencial transformador dos estudantes na promoção de uma educação ambiental mais crítica e conectada à prática, utilizando a Língua Portuguesa como instrumento estratégico de reflexão e ação. Os objetivos propostos buscaram fomentar o interesse e a compreensão dos estudantes acerca da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS), por meio de atividades que estimulassem competências de escrita, oralidade e pensamento crítico, com ênfase nas questões socioambientais contemporâneas. A pesquisa adotou uma metodologia de caráter interdisciplinar, integrando a EDS à disciplina de Língua Portuguesa a partir de práticas pedagógicas voltadas à participação ativa e consciente dos estudantes. O estudo envolveu cerca de 85 alunos, com idades entre 14 e 16 anos, matriculados entre o 9º ano do Ensino Fundamental II e o 2º e 3º anos do Ensino Médio do Colégio Estadual Cívico-Militar Helena Viana Sundin, em Paranaguá–PR. As atividades foram desenvolvidas no turno matutino, com autorização da equipe diretiva da escola e aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), sob o Parecer n.º 6.694.281. As estratégias metodológicas incluíram debates, discussões orientadas, produção de textos argumentativos, seminários e campanhas de conscientização sobre sustentabilidade. Além dessas ações, os estudantes participaram de atividades práticas e experiências vivenciais, como a visita técnica ao Porto de Paranaguá, que ampliaram a compreensão dos impactos ambientais de maneira concreta e situada. Projetos interdisciplinares também foram desenvolvidos, culminando na realização da I Feira do Conhecimento, um evento que reuniu diferentes áreas do saber e envolveu toda a comunidade escolar, promovendo aprendizagem colaborativa e aplicação prática dos conteúdos trabalhados. Para avaliar os efeitos das intervenções, foram aplicados questionários antes e depois das atividades, o que permitiu observar a evolução do conhecimento e do engajamento dos estudantes em práticas sustentáveis. A análise qualitativa das falas dos participantes complementou os dados, revelando os processos de construção coletiva do conhecimento e as dinâmicas de interação ao longo do projeto. Os resultados apontam avanços na formação crítica e no envolvimento dos estudantes com as temáticas socioambientais. Contudo, o estudo também revelou desafios importantes, tais como a ausência de metodologias avaliativas consistentes, a fragilidade de ações com continuidade, dificuldades logísticas e a carência de parcerias estruturantes que limitam o alcance e a sustentabilidade das transformações propostas. Dessa forma, ainda que este trabalho represente um passo na direção de uma educação mais comprometida com a sustentabilidade, ele evidencia a necessidade de aprofundar os métodos, fortalecer o protagonismo estudantil e consolidar uma integração institucional mais robusta. Só assim será possível ampliar o impacto das ações e consolidar, de fato, uma transformação socioambiental duradoura e efetiva no ambiente escolar.
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    Gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos em Regiões Urbanas de Paranaguá (PR): Diagnóstico do Sistema Municipal, descarte Irregular e Inovação Tecnológica para a Gestão Participativa.
    (Universidade Estadual do Paraná, 2026-05-20) ALMEIDA, André Ricardo Grani de; PREDES, Fabricia de Souza; http://lattes.cnpq.br/7003352389601856; http://lattes.cnpq.br/6948263543318848; ROVEDA, Luís Fernando; http://lattes.cnpq.br/6039857578906685; NETHER, Michele Cristina; http://lattes.cnpq.br/1181075957045528; GUILHERME, Pablo Damian Borges; http://lattes.cnpq.br/2689507681780757; KRELLING, Allan Paul; http://lattes.cnpq.br/1988554762195444
    O consumo e a geração de resíduos sólidos urbanos (RSU) aumentaram drasticamente na última década, superando 2 bilhões de toneladas anuais. Apesar das tecnologias disponíveis, a disposição final adequada ainda é limitada, com grande parte dos resíduos destinada a aterros controlados ou lixões, especialmente em países em desenvolvimento. No Brasil, embora exista um robusto arcabouço legal por meio da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), observa-se uma lacuna na gestão pública municipal, sobretudo em educação ambiental, o que favorece o descarte irregular em vias públicas e terrenos baldios. Esta pesquisa objetivou caracterizar o sistema de gestão de RSU, analisar as ações municipais frente a PNRS, mapear os focos de descarte irregular, classificar os resíduos sólidos encontrados e propor uma ferramenta tecnológica para a gestão participativa no município de Paranaguá. Para isso, realizaram-se três circuitos de inspeção, considerando-se como 'foco' os descartes com área mínima de 1 m². Os pontos foram georreferenciados e fotografados para posterior fotointerpretação e classificação fundamentada na PNRS. Ao percorrer 29 bairros, identificou-se o descarte irregular em 19 deles, totalizando 67 focos. Os bairros Costeira (10) Parque Agari (9) e Parque São João (8) apresentaram a maior concentração de resíduos, abrangendo todas as classes identificadas; ressalta-se que o Parque Agari foi o único local com presença de resíduos de serviços de saúde (RSS) de origem residencial. No total, foram identificadas sete classes de resíduos, com predominância de resíduos domiciliares (RDO) e de construção civil (RCC). A análise detalhada catalogou 68 itens distintos, sendo as sacolas plásticas o item de maior ocorrência. Tais dados reforçam a existência de práticas inadequadas por parte da população no manejo de RSU, evidenciadas pelo descarte indiscriminado de RDO em locais impróprios, mesmo com a disponibilidade de coleta regular. Como estratégia de mitigação, propõe-se a utilização de aplicativos móveis para monitoramento e educação ambiental, visando aproximar o munícipe da gestão compartilhada. Embora os testes da ferramenta tenham apontado limitações técnicas, como falhas em APIs de localização e riscos de duplicidade de dados, o uso de tecnologia digital mostra-se promissor para o fortalecimento da gestão de RSU.

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