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Navegando por Autor "Hummel, Eromi Izabel"

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    A comunicação aumentativa e alternativa para a promoção da aprendizagem no contexto do atendimento educacional especializado
    (Universidade Estadual do Paraná, 2011-10-24) Castro, Rosicléia Siqueira de; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/4590468801958511; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Peixoto, Reginaldo; https://lattes.cnpq.br/4397425097179971; Silva, Ricardo Desidério da; https://lattes.cnpq.br/0871407652290726
    A Comunicação Aumentativa e Alternativa constitui um campo essencial dentro da tecnologia assistiva, promovendo recursos e estratégias que ampliam ou substituem a fala, favorecendo a expressão e a interação de pessoas com dificuldades significativas na comunicação verbal. Sua implementação no contexto educacional é fundamental para assegurar a inclusão e a participação plena de estudantes com deficiências, especialmente no Atendimento Educacional Especializado, sendo fundamental a formação de professores capacitados para utilizá-la de forma eficaz. A pesquisa desenvolvida nesta dissertação buscou abordar e refletir sobre a formação de professores, a educação especial na perspectiva da educação inclusiva, a tecnologia assistiva e, especificamente, a Comunicação Aumentativa e Alternativa. Para isso, foi elencado o seguinte questionamento: quais conhecimentos teóricos e práticos sobre a Comunicação Aumentativa e Alternativa são importantes para que os professores do Atendimento Educacional Especializado possam desenvolver um trabalho adequado com a criança e/ou estudante que apresenta ausência ou dificuldade significativa na expressão verbal? Nesse sentido, o objetivo é investigar a compreensão que os professores do Atendimento Educacional Especializado, atuantes nas Salas de Recursos Multifuncionais e nos Centros de Atendimento Educacional Especializado do município de Araucária-Paraná, possuem a respeito da Comunicação Aumentativa e Alternativa. A fundamentação da pesquisa tem uma abordagem qualitativa,com pesquisa exploratória, bibliográfica e de natureza aplicada. Fizeram parte deste estudo 56 professores do Atendimento Educacional Especializado, atuantes em dois Centros de Atendimento e também nas Salas de Recursos Multifuncionais, que responderam a um questionário online com a finalidade de analisar o conhecimento acerca do tema, elencar as possíveis dúvidas e as principais dificuldades. Dentre os resultados obtidos, percebeu-se que a pesquisa aponta para a necessidade de abordar e aprofundar a temática. Verificou-se a significativa importância da implementação de formação continuada, envolvendo não apenas professores da educação especial, mas também os do quadro geral e demais profissionais que atendem o estudante, público da pesquisa, no contexto escolar. Perspectivas futuras da pesquisa incluem o desenvolvimento de estratégias formativas contínuas e práticas colaborativas entre professores e demais profissionais da escola, assegurando a aplicabilidade da Comunicação Aumentativa e Alternativa no cotidiano escolar. Espera-se, ainda, que os resultados possam subsidiar políticas públicas que incentivem a disseminação e ampliem as oportunidades de comunicação e inclusão para os estudantes, contribuindo para a construção de práticas pedagógicas mais equitativas e inclusivas.
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    A comunicação suplementar e alternativa como estratégia de ensino e aprendizagem para alunos com transtorno do espectro autista – TEA
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-09-28) Mantovi, Patricia Karla da Silva; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/3541376325577507; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317
    A presente pesquisa justifica-se pela percepção desta autora, enquanto docente, das barreiras comunicacionais enfrentadas por alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) não verbais, como sujeitos de direito da educação inclusiva. Apresenta como problema propositivo o uso da Comunicação Suplementar e Alternativa como ferramenta auxiliadora do trabalho pedagógico nas Salas de Recursos Multifuncionais e teve como objetivo identificar o conhecimento das professoras especialistas da educação especial que atuam nessas salas de recursos da rede pública municipal de Umuarama-Pr, quanto ao uso de recursos de comunicação suplementar e alternativa no desenvolvimento da aprendizagem de alunos com TEA. A Comunicação Suplementar e Alternativa é uma ferramenta dentro da Tecnologia Assistiva que tem por objetivo proporcionar diferentes formas de comunicação para alunos com TEA não verbais, e que portanto podem trazer prejuízos a sua aprendizagem. Trata-se de uma pesquisa exploratória com etapa de pesquisa de campo, com abordagens de cunho qualitativa, partindo da disponibilização de um questionário, no qual foram identificados o conhecimento dos professores quanto aos recursos de Comunicação Suplementar e Alternativa. Como arcabouço teórico, aprofundou-se em temas que tratam da inclusão escolar, TEA, Tecnologia Assistiva e Comunicação Suplementar e Alternativa como estratégia pedagógica, com embasamento no referencial teórico de Vygostky, a partir da Teoria Histórico-cultural. Os resultados identificados foram analisados, contribuindo para a produção do material de apoio, em formato de Ebook interativo, o qual contempla métodos de Comunicação Suplementar e Alternativa utilizados no processo de aprendizagem de alunos com Transtorno do Espectro Autista, com sugestões de atividades pedagógicas interdisciplinares para os professores das salas de recursos multifuncionais, com o intuito de propiciar diferentes estratégias de comunicação não verbal para essas crianças, possibilitando assim sua interação com a comunidade escolar em geral, bem como no favorecimento do processo de alfabetização desses alunos a ser utilizado nas Salas de Recursos Multifuncionais da rede municipal de Ensino de Umuarama – Paraná.
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    A concepção de homem na BNCC: impactos para a Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-10-14) Vieira, Ariadine Marques; Garcia, Dorcely Isabel Bellanda; Favaro, Neide de Almeida Lança Galvão; https://lattes.cnpq.br/6325209425358903; https://lattes.cnpq.br/8124217357002723; https://lattes.cnpq.br/9233380817950156; Garcia, Dorcely Isabel Bellanda; https://lattes.cnpq.br/8124217357002723; Favaro, Neide de Almeida Lança Galvão; https://lattes.cnpq.br/6325209425358903; Lazarini, Ademir Quintilio; https://lattes.cnpq.br/0049894245206872; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634
    O trabalho objetivou a análise do conceito de homem presente na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), verificando suas implicações para a efetivação das políticas públicas da Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, no contexto educacional. A pesquisa está pautada no materialismo histórico, que considera a influência das relações sociais na vida e na formação dos indivíduos. A abordagem é qualitativa, amparada em pesquisa bibliográfica e documental. Discute-se nessa proposta, as causas da condição educacional atual, tendo em vista a existência de um distanciamento entre a formação preconizada pela BNCC e as demandas pela inclusão do sujeito, no que se refere à Educação Especial na Perspectiva Inclusiva. A BNCC, como documento norteador dos currículos da educação brasileira, no sentido de direcionar a educação para a formação humana integral e para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, estabelece por foco o desenvolver de competências e habilidades. Ao desvelar seus fundamentos, verifica se que a concepção de sujeito competente e habilidoso é critério típico do ideário (neo)liberal, exigido para moldar trabalhadores para um mercado que requer força de trabalho e cidadãos adaptados aos processos produtivos vigentes.Nessa perspectiva, omitem-se as causas estruturais do desemprego e da miséria, inerentes à sociedade capitalista dividida em classes, atendendo às exigências de flexibilidade da força de trabalho perante o processo de reestruturação produtiva. Ao articular o conceito de homem presente na BNCC a seus fundamentos econômicos e sociais, identificam-se desdobramentos para o enfraquecimento do processo inclusivo no sistema educacional brasileiro. A educação é acionada pelos organismos internacionais para solucionar problemas inerentes à sociabilidade do capital, a inclusão é concebida como um projeto para conter a exclusão que se constitui nessa organização social, assumindo condições superficiais que emanam de um discurso ideológico, em que todos têm o direito à educação. O silenciamento da Educação Especial no documento da BNCC é produto desse projeto educacional, no qual a proposta inclusiva é condicionada ao atendimento de interesses econômicos. Considerando que o setor educacional é um alvo mercadológico, a concepção de homem da BNCC serve à essa sociabilidade conduzida pelos interesses do capital, o que remete à superficialidade da abordagem inclusiva no documento, compreendendo os obstáculos materiais que dificultam o atendimento das demandas dos estudantes público-alvo da Educação Especial nas escolas. Adentrar esses alunos nos ambientes escolares não é garantia para seu acesso à aprendizagem, configurando a precariedade da Educação Especial perante a redução de investimentos na educação pública, coerente com a política neoliberal que impera. Enquanto houver relação social regulada para satisfação dos interesses do capital e a educação for considerada como mercadoria, as políticas públicas educacionais não viabilizarão a inclusão e o atendimento adequado aos sujeitos público-alvo da Educação Especial. A partir desta pesquisa foi disponibilizado para acesso aberto um Produto Educacional elaborado no formato de um caderno pedagógico para contribuir na formação e estudos de professores e/ou interessados na temática
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    Ensino de matemática para alunos com transtorno do espectro autista: contribuições do ambiente imersivo de realidade virtual
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-09-29) Silva, Israel Cândido da; Hummel, Eromi Izabel; Yanaze, Leandro Key Higuchi; https://lattes.cnpq.br/3243275619679099; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/1095769127259139; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Yanaze, Leandro Key Higuchi; https://lattes.cnpq.br/3243275619679099; Pedro, Ketilin Mayra; https://lattes.cnpq.br/0991868156805558; Cirino, Roseneide Maria Batista; https://lattes.cnpq.br/4251118936692913
    As avaliações institucionais sistêmicas têm alertado quanto aos resultados da aprendizagem de conceitos matemáticos. Em se tratando de estudantes com transtorno do espectro autista, suas especificidades podem dificultar a escolarização, necessitando que o professor utilize estratégias, metodologias e recursos diferenciados a fim de ofertar o ensino de matemática a estes sujeitos. Neste sentido, buscou-se conhecer o contexto da aprendizagem de matemática destes, dadas suas potencialidades e condições diferenciadas de apropriação, bem como a possibilidade de uso de tecnologias que fomente o aprendizado dos mesmos, de forma a apresentar sugestões que apoiem o ensino para estes alunos, delineando assim o objetivo do trabalho em que pese, identificar como os ambientes imersivos de realidade virtual favoreçam o ensino e aprendizagem de matemática para alunos com Transtorno do Espectro Autista. Para responder aos objetivos do estudo, utilizou-se da pesquisa bibliográfica, descritiva e de campo com aplicação de experimento didático e diagnóstico. Nela, desenvolveu-se acompanhamento junto a um participante da pesquisa no espectro, que apresentou peculiaridades na forma de utilizar a multiplicação, assim, aplicou um método alternativo de realizar esta operação, com o propósito de visualizar as potencialidades do participante e elaborar desafios de aprendizagens em realidade virtual atrativas que atendessem ao seu eixo de interesse. Com o desenvolvimento e aplicação do produto educacional, possibilitou verificar os benefícios no ensino e aprendizagem de matemática, fundamentados na customização em realidade virtual do recurso a este participante. Assim, espera-se que o protótipo gerado como produto educacional, contribua para o desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas no ensino e aprendizagem de conteúdos de matemática
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    Estresse visual associado à dificuldade de leitura: contribuições à formação docente
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-09-20) Alda, Érica Jamal da Silva; Hummel, Eromi Izabel; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/4645830987850009; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; Cruz, Gilmar de Carvalho; https://lattes.cnpq.br/2305518769010186; Garcia, Ana Carla Oliveira; https://lattes.cnpq.br/2065933643890848
    A pesquisa se propôs a identificar a compreensão dos professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) a respeito do estresse visual a fim de nortear a elaboração de um material educativo que promova conhecimentos aos professores do município de Londrina-Paraná, acerca da temática. A presente pesquisa foi realizada em três etapas: 1) Levantamento bibliográfico com o intuito de definir as características do estresse visual; 2) Identificação do conhecimento a respeito do tema por meio de questionário enviado aos professores que atuam em sala de Recursos professores do município de Londrina-Paraná; 3) Produção de um E-Book com conteúdos de informação sobre o estresse visual (síndrome de Irlen), o material contém instruções para uma possível identificação e orientações sobre a intervenção com esses alunos. Para responder aos objetivos da pesquisa adotou-se a pesquisa bibliográfica, de campo com caráter descritivo. Para o desenvolvimento do material foi relevante a contribuição dos professores das salas de recursos multifuncionais. Esse material tem por objetivo apoiar o trabalho pedagógico, permitindo que o professor especializado e o professor de sala de aula comum, por meio do ensino colaborativo, realizem os encaminhamentos e as intervenções necessárias para o aluno que apresenta os sintomas e características do estresse visual.
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    Formação de professores e o planejamento educacional individualizado: práticas e perspectivas
    (Universidade Estadual do Paraná, 2024-10-21) Oliveira, Janine Barbosa de; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; https://lattes.cnpq.br/0457259916222950; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508
    Ao observar as lacunas existentes no atendimento a estudantes com deficiência em salas de recursos multifuncionais, nos deparamos à necessidade de formações específicas que contemplem estratégias que valorizem o saber do estudante e norteiam o trabalho do docente. Dessa forma, o Planejamento Educacional Individualizado (PEI) contribui para que os saberes do estudante sejam valorizados e a partir de suas singularidades, seja proposto estratégias que visem diminuir essas lacunas. A nossa inquietação traz como questionamento: Quais barreiras os docentes encontram na construção e utilização do Planejamento Educacional Individualizado para atender as particularidades do estudante público da educação especial? Dessa forma, a presente pesquisa tem por objetivo investigar a realização e utilização do PEI como estratégia que orienta o trabalho do professor especialista no atendimento de alunos com deficiência em salas de recursos multifuncionais. Os procedimentos metodológicos propostos para a investigação dessa problemática, foram de natureza qualitativa por meio de questionário com questões abertas e fechadas, contando com a participação de vinte e quatro professores especialistas que trabalham nas salas de recursos multifuncionais do município de Umuarama-Pr. A metodologia proposta seguiu a sistematização da pesquisa colaborativa, buscando compreender as demandas necessárias na formação continuada dos docentes, na perspectiva da elaboração e uso do PEI na rede. A partir da análise das respostas do questionário, foi elaborada e aplicada uma proposta de formação para a rede municipal de ensino, que aconteceu no encerramento do ano letivo, a fim de orientar o professor atuante em salas de recursos multifuncionais. Os materiais construídos para a formação foram incorporados como um suporte teórico em formato digital e disponibilizado em um blog educativo, considerando os dados coletados junto aos professores, com encaminhamentos de elaboração do PEI, estratégias e recursos indicados para desenvolver determinadas habilidades tanto cognitiva, quanto da rotina diária dos estudantes. Nos resultados da coleta de dados do questionário e a discussão proposta na formação, observamos que os professores têm conhecimento para aplicação do PEI, contudo encontram desafios quanto a ações autônomas na adaptação do ensino e não autônomas como barreiras estruturais que demandam intervenções sistêmicas.
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    Formação de Professores para o uso da Tecnologia Assistiva como Estratégia no Desenho Universal para Aprendizagem
    (Universidade Estadual do Paraná, 2008-10-24) Alves, Tiago José; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/8551646277586004; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Vitaliano, Celia Regina; https://lattes.cnpq.br/7209579954342576; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317
    O ambiente escolar é composto por uma diversidade de estudantes que apresentam peculiaridades únicas e que devem ser valorizadas no processo de ensino e aprendizagem. Fato esse que se faz necessário a adoção de estratégias e recursos que possibilitem atingir todos os estudantes. Diante disso, a presente pesquisa recorre à inovação científica dos estudos a respeito do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) e da Tecnologia Assistiva (TA) para responder à questão: Os professores do Apoio Educacional Especializado (AEE) possuem conhecimentos a respeito do uso de TA como estratégia na organização do planejamento pedagógico baseado nos princípios do DUA? Nesse sentido, o objetivo geral da pesquisa consiste em identificar o conhecimento dos professores quanto ao uso de TA como estratégia na organização e o planejamento pedagógico baseado nos princípios do DUA. Tendo como objetivos específicos: especificar o DUA na educação escolar; analisar as contribuições do DUA no planejamento escolar; conceituar a TA como recurso do ensino e aprendizagem; identificar o conhecimento dos professores; desenvolver formação continuada com os professores AEE da cidade de Arapongas, norte do Paraná; elaborar Guia Pedagógico com conteúdo da formação. Desta forma, utiliza-se da abordagem qualitativa, fundamentada pela pesquisa exploratória e descritiva, enquanto os procedimentos foram amparados pela pesquisa bibliográfica e pesquisa-ação. Os participantes do estudo foram os professores de apoio educacional especializado da cidade de Arapongas, totalizando 39 professores, e segundo informações coletadas dos professores, apresentaram pouco conhecimento a respeito da temática em estudo, o que resultou como recurso educacional a organização e oferta de uma formação continuada. Conclui-se que para melhoria de práticas pedagógicas inclusivas, faz-se necessário ampliar a formação para todos os professores da educação básica, podendo assim, fortalecer a qualidade do aprendizado dos estudantes, proporcionando-lhes um ambiente de aprendizagem mais acessível, estimulante e equitativo.
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    Formação de professores(as): Planejamento colaborativo uma perspectiva inclusiva na educação infantil
    (Universidade Estadual do Paraná, 2029-10-24) Gonçalves Oliveira de, Janaíne; Silva, Sandra Salete de Camargo; Zanlorenzi, Claudia Maria Petchak; https://lattes.cnpq.br/5635517055338323; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; https://lattes.cnpq.br/4979196869362300; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Zanlorenzi, Claudia Maria Petchak; https://lattes.cnpq.br/5635517055338323; Silva, Madalena Pereira da; https://lattes.cnpq.br/0471818332882195; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634
    O estudo faz parte das pesquisas do Programa de Pós-Graduação, Mestrado Profissional em Educação Inclusiva (PROFEI), da Universidade Estadual do Paraná. A linha de pesquisa Práticas e Processos Formativos de Educadores para a educação Inclusiva, a pesquisa tem como finalidade delinear a importância do planejamento colaborativo para práticas pedagógicas inclusivas em uma proposta formativa para a Educação Infantil na rede municipal de Porto União – SC. Especificamente, estabeleceu-se: contextualizar a trajetória da escolarização da pessoa com deficiência no Brasil, no estado de Santa Catarina e no município de Porto União – SC; conceituar o planejamento colaborativo na Educação Infantil com uma perspectiva inclusiva na formação continuada; identificar alguns marcos históricos legais da Educação Infantil no Brasil, no estado de Santa Catarina e no município de Porto União – SC, a partir da década de 1990; identificar o entendimento acerca do planejamento na Educação Infantil, bem como as condições para sua elaboração e as possibilidades alternativas inclusivas; apresentar o planejamento colaborativo mediante uma proposta formativa para a Educação Infantil inclusiva. Como problemática da pesquisa, observou-se a carência de um planejamento articulado entre os profissionais que atendem os estudantes com deficiência. Tem-se a preocupação de como desenvolver o planejamento de forma colaborativa com práticas pedagógicas inclusivas que atendam todos os estudantes, dentro das possibilidades e desafios encontrados no contexto escolar. Portanto, percebendo a importância do trabalho colaborativo, a pergunta do problema da pesquisa é: Como a formação continuada de professores(as) na perspectiva de inclusão pode contribuir para o planejamento colaborativo na Educação Infantil? Tal investigação apresenta relevância e originalidade no contexto educacional por evidenciar a necessidade de uma proposta que apresente resultados positivos dentro do contexto escolar e as revisões de práticas que visem ao êxito no processo inclusivo. A pesquisa tem abordagem qualitativa, do tipo bibliográfica. É exploratória e a interação com os sujeitos participantes ocorreu mediante a pesquisa-ação. Usamos o questionário como instrumento de coleta de dados aplicado aos sujeitos participantes, via Google Forms. Os participantes do estudo foram professores(as) do ensino comum e do Atendimento Educacional Especializado (AEE), e pedagogos(as) que atuam na Educação Infantil da cidade de Porto União – SC. O referencial teórico está consolidado mediante os estudos de: Damiani (2008); Roldão (2007); Libâneo, (2006); Mazzotta (2005); Silva (2017); Vilaronga; Mendes (2014); Mendes (2023); Oliveira (2023); Nóvoa (2019); Damiani (2008). O recurso educacional sendo uma Proposta Formativa de forma presencial com os(as) professores(as) e gestão escolar materializou-se por meio de um e-book com subsídios teóricos metodológicos e possibilidade para promover o planejamento colaborativo entre os(as) professores(as) da Educação Infantil, aprimorarando as práticas pedagógicas e fortalecendo a formação continuada.
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    Jogos digitais como recurso de tecnologia assistiva na alfabetização de alunos com transtorno do espectro autista
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-09-22) Ferreira, Simone; Hummel, Eromi Izabel; Cunha, Rosemyriam Ribeiro dos Santos; https://lattes.cnpq.br/0536970443232460; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/9636509964497656; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Cunha, Rosemyriam Ribeiro dos Santos; https://lattes.cnpq.br/0536970443232460; França, Denise Maria Vaz Romano; https://lattes.cnpq.br/7070068190380218; Silva, Ricardo Desidério da; https://lattes.cnpq.br/0871407652290726; Oliveira Júnior, Isaias Batista de; https://lattes.cnpq.br/5323133721973971
    Atualmente, debate-se a respeito de uma escola inclusiva na qual todos têm direito a receber uma educação de qualidade. Para isso, algumas estratégias podem ser adotadas, como a utilização de Metodologias Ativas na Educação e uso de Tecnologia Assistiva. Transitando entre essas estratégias, encontram-se os jogos digitais educativos, os quais fazem parte de propostas educacionais que estão cada vez mais presentes no cotidiano de nossos alunos e, consequentemente, ocasionam benefícios para os alunos público-alvo da educação especial, na medida em que os jogos proporcionam um ambiente motivador de aprendizagem. Desta forma, este estudo tem como objetivo identificar em que aspectos os jogos digitais educativos favorecem o processo de alfabetização de alunos com Transtorno do Espectro Autista - TEA, uma vez que há um número crescente de alunos com TEA nas escolas. Para responder a esse objetivo, a pesquisa valeu-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva e bibliográfica. Destarte, seis professores que atuam na Rede Municipal de Educação nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental analisaram seis jogos digitais educativos que versam em torno da alfabetização de crianças com ou sem TEA, por meio do Protocolo Para Análise de Jogos Digitais Educativos - PPAJDE, desenvolvido neste trabalho. Após análise dos resultados deste estudo, verificou-se que os jogos digitais educacionais contribuem para o processo de aprendizagem de alunos TEA. Por intermédio desse trabalho, elaborou-se um guia tecnológico, no formato e-book interativo, destinado a educadores que almejam trabalhar com jogos digitais educativos para crianças com TEA na fase da alfabetização
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    O ensino colaborativo: contribuições para as práticas docentes inclusivas
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-10-25) Fink, Michelly; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; https://lattes.cnpq.br/2792401513654823; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634
    A literatura científica sinaliza uma proposta de trabalho coletivo para promover a inclusão escolar de forma mais efetiva. Nessa perspectiva, o ensino colaborativo aponta que todos os atores da escola voltem seus esforços para discutir as melhores estratégias de ensino para o estudante. Sendo assim, este estudo foi centrado na finalidade de refletir a respeito do ensino colaborativo, como promissor na escolarização de qualidade do estudante público da educação especial. Como objetivo geral, visou a compreender as contribuições do ensino colaborativo para o planejamento de práticas docentes inclusivas, no contexto escolar, entre os professores do ensino comum e do Atendimento Educacional Especializado na Sala de Recurso Multifuncional. No intuito de responder preliminarmente a problemática das contribuições do ensino colaborativo, entre os professores do ensino comum e do Atendimento Educacional Especializado na Sala de Recurso Multifuncional, para a escolarização do estudante com deficiência e os impactos que o ensino colaborativo produz ou pode produzir nas práticas dos professores, o estudo aqui apresentado buscou aporte teórico e metodológico em autores como Fernandes, Schlesener e Mosquera (2011), Kassar (2011), Mendes (2010), Capellini e Zerbato (2019), Mendes, Vilaronga e Zerbato (2018), Rabelo (2012), Vilaronga e Mendes (2014), Libâneo (1992), Gil (2002), Lüdke e André (1986), entre outros pertinentes à temática. Com base teórica e metodológica na compreensão da temática ancorada na pesquisa qualitativa, de cunho bibliográfico, exploratória e aplicada à educação, com base na pesquisa-ação. Como recorte espaço-temporal, a pesquisa englobou quatro escolas estaduais que ofertam o Ensino Fundamental II – Anos Finais e o Ensino Médio, de União da Vitória, Paraná. Participaram de um questionário e de encontros do grupo formativo, professoras da educação comum e da educação especial. O produto educacional foi constituído em detrimento do caminho percorrido, iniciando com a aplicação do questionário e análise dos documentos das escolas, seguindo com os encontros do grupo formativo com as professoras e finalizando com o registro dos resultados em um livro eletrônico (e-book) - “Caderno de orientação para grupos formativos: uma proposta colaborativa”, o qual tratou de sugestões de conteúdos, metodologias e livros a serem abordados nos encontros do grupo formativo voltados para a inclusão. Da análise fundamentada pelo aporte metodológico foi possível identificar as contribuições do ensino colaborativo entre os professores do ensino comum e Atendimento Educacional Especializado na Sala de Recurso Multifuncional para a escolarização do estudante com deficiência, assim como, os impactos que o ensino colaborativo produz ou pode produzir nas práticas dos professores. Salienta se que a realização dos encontros do grupo formativo foi relevante e determinante para configurar o e-book em formato de caderno de orientações para um grupo permanente de estudos, discussões, reflexões e planejamento. De igual modo, o e book se apresentou como alternativa de tornar o ensino acessível a todos os estudantes e construir espaços mais inclusivos.
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    O planejamento colaborativo entre o(a) segundo(a) professor(a) do atendimento educacional especializado da sala de aula comum e o(a) segundo(a) professor(a) de turma
    (Universidade Estadual do Paraná, 2026-09-24) Senf, Josiele Regiane Grossklaus; Silva, Sandra Salete de Camargo; Moda, Deise Borchhardt; https://lattes.cnpq.br/7419859603031477; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; https://lattes.cnpq.br/8927052436349202; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Moda, Deise Borchhardt; https://lattes.cnpq.br/7419859603031477; Silva, Madalena Pereira da; https://lattes.cnpq.br/0471818332882195; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634
    Este estudo apresenta uma discussão referente à articulação do trabalho entre os(as) professores(as) da sala de aula comum junto aos(às) professores(as) da Educação Especial por meio do planejamento colaborativo como estratégia inclusiva. A pesquisa faz parte do Programa de Pós-Graduação, Mestrado Profissional em Educação Inclusiva (PROFEI) da Universidade Estadual do Paraná, sob a linha de pesquisa: Práticas e Processos Formativos de Educadores para Educação Inclusiva. A construção de uma escola inclusiva pressupõe a garantia ao acesso, à participação e a valorização das diferenças. Partindo do princípio de que a escola é um espaço de acolhimento, de desenvolvimento humano e de direito de todos, como estabelece a Constituição Federal de 1988, esta pesquisa tem por objetivo compreender as contribuições da articulação do trabalho entre o(a) professor(a) do Atendimento Educacional Especializado (AEE) junto ao(à) professor(a) da sala de aula comum e o(a) segundo(a) professor(a) de turma, por meio do planejamento colaborativo. As reflexões contextualizam a trajetória histórica do AEE na rede estadual de ensino de Santa Catarina e apresentam o planejamento colaborativo como possibilidade na articulação entre os(as) profissionais da Educação Especial e os da sala de aula comum. A condição mobilizadora desta pesquisa concentra-se no seguinte questionamento: Como o planejamento colaborativo entre o(a) professor(a) do AEE, o(a) professor(a) da sala de aula comum e o(a) segundo(a) professor(a) de turma contribui para o desenvolvimento de práticas inclusivas no contexto da sala de aula comum? O embasamento teórico tem por referência marcos legais do processo de escolarização das pessoas com deficiência e autores da área da educação inclusiva, como Silva (2017), Hummel (2007), Mantoan (2003), entre outros autores que pesquisam acerca do trabalho colaborativo como prática de inclusão escolar, como Damiani (2008), Roldão (2007), Carrilho (2011) e Santiago e Santos (2015). O estudo caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica e de campo, de natureza aplicada, pautada na abordagem qualitativa, exploratória e de pesquisa-ação, realizada em três escolas estaduais localizadas no município de Porto União/SC. Participaram desta pesquisa professores(as) da sala de aula comum, professores(as) do AEE, segundos(as) professores(as) de turma e pedagogos(as). A coleta de dados se deu por meio de questionários disponibilizados via Google Forms, e a análise foi estruturada no processo de categorização com base nas respostas obtidas, de modo a compreender dados relevantes e essenciais para a pesquisa. O resultado da pesquisa revela fragilidades organizacionais e atitudinais que impedem que a colaboração aconteça, no entanto, as participantes reconhecem as potencialidades da articulação entre os(as) professores(as) da sala de aula comum e os(as) professores(as) da Educação Especial por meio do planejamento colaborativo. Os dados analisados foram materializados em um e-book que se constitui em um guia pedagógico, pensado e organizado colaborativamente. Esse recurso propõe a construção de um planejamento colaborativo que atenda às especificidades que a sala de aula comum contempla. Consideramos que esse recurso educacional configura-se como um aporte teórico que promove reflexões acerca do trabalho colaborativo com vistas à articulação do planejamento entre os(as) professores(as) da sala de aula comum e os(as) professores(as) da Educação Especial numa perspectiva inclusiva.
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    O Surdo Unilateral no Brasil: Reflexões para Pensar seus Aspectos Jurídicos, Sociais e Educacionais
    (Universidade Estadual do Paraná, 2025-04-01) Rocha, Éverton Ledo da; Silva, Ricardo Desidério da; https://lattes.cnpq.br/0871407652290726; https://lattes.cnpq.br/3115674044109412; Silva, Ricardo Desidério da; https://lattes.cnpq.br/0871407652290726; Marques, Maria Inez Barboza; https://lattes.cnpq.br/9764032951283311; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634
    Embora a Lei 14.768 de 22 de dezembro de 2023 tenha reconhecido tão recentemente a surdez unilateral como deficiência no Brasil, sua invisibilidade ainda se faz presente. Caracterizada pela perda auditiva em um dos ouvidos, podendo ser leve, moderada, severa ou profunda, a surdez unilateral apresenta desafios significativos em termos de garantias legais e nas dificuldades cotidianas vivenciadas pelas pessoas afetadas. Nesse contexto, o presente trabalho, de natureza interdisciplinar e com interfaces nas áreas de Saúde, Serviço Social e Educação, busca refletir sobre a surdez unilateral sob os aspectos jurídicos, sociais e educacionais, analisando sua vivência e legalização no Brasil, assim como os reflexos dessa condição para os indivíduos com surdez unilateral. Para tanto, a pesquisa adota o método dialético e caracterizase como uma investigação qualitativa e bibliográfica, com abordagem documental. Neste sentido, evidenciou-se que, no campo jurídico, a luta pelo reconhecimento da surdez unilateral foi bastante árdua e que, embora tão recente, representa uma grande conquista para que se reafirme a garantia de políticas públicas para essas pessoas. Socialmente, a falta de conscientização sobre as dificuldades vividas por essas pessoas reforça barreiras atitudinais, dificultando sua participação equitativa em diversos espaços e por fim, no campo educacional, o estudo ressaltou a necessidade de práticas pedagógicas inclusivas que atendam às particularidades dos surdos unilaterais. Logo, espera-se, com os resultados obtidos, contribuir para o mapeamento do reconhecimento da surdez unilateral no Brasil, além de ampliar as pesquisas e estudos para se pensar estratégias sociais e educacionais que favoreçam a inclusão das pessoas com essa deficiência na sociedade.
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    Planejamento colaborativo, documentação pedagógica e processos de aprendizagens: caminhos pela visibilização dos alunos da educação especial
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-10-25) Pinheiro, Vanessa Tavares Brito; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; https://lattes.cnpq.br/6643320015870100; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634
    A educação na perspectiva inclusiva tem sido bastante discutida nos ambientes acadêmicos e escolares. Na história da educação no Brasil, encontramos marcos precursores de processos inclusivos, contraditoriamente permeados por fortes registros segregacionistas. Nesse contexto, a pesquisa objetiva discutir o ensino colaborativo no planejamento das aulas de matemática dos 6º anos do Ensino Fundamental II para alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação. Enquanto pedagoga e professora da Educação Especial, esta pesquisadora acompanha as dificuldades vivenciadas pelos professores do ensino comum em trabalhar com os alunos da Educação Especial. Como questão problematizadora da pesquisa, buscamos compreender de que forma o planejamento colaborativo e a documentação pedagógica podem contribuir como ferramentas para dar visibilidade às aprendizagens dos alunos da Educação Especial. Com abordagem qualitativa, exploratória, baseada na pesquisa-ação, participaram dessa pesquisa aproximadamente 12 profissionais da Educação Básica, professores do ensino comum, professores do AEE e pedagogos. Para a coleta de dados, foram utilizados questionários através da plataforma google forms. Para a base bibliográfica foram utilizados autores de referência nas áreas de planejamento, ensino colaborativo, bem como de práticas de documentação pedagógica. Entre os autores que dão aporte teórico para este trabalho estão Mendes (2010), Carvalho (2019), Mello (2020), Barbosa (2020), Faria (2020), Capellini (2019) e Zerbato (2019). A partir da análise dos dados, a pesquisa apresenta uma proposta de formação de professores com base em grupo de estudos de aporte teórico e metodológico que respaldem a construção coletiva de planejamento inclusivo. Os resultados do produto educacional foram registrados em um livro eletrônico (e-book) intitulado “Orientações para formação continuada: planejamento colaborativo e a documentação pedagógica no processo de inclusão” que poderá ser utilizado em outros espaços de formações com o coletivo da escola.
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    Tecnologia Assistiva como recurso pedagógico: Concepções dos docentes das salas de Recursos Multifuncionais
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-10-26) Moraes, Marcelo Rodrigues de; Hummel, Eromi Izabel; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/5244986863537914; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317
    A inclusão dos estudantes público-alvo da educação especial no ensino regular é assegurada por leis e decretos. Em 2007 foi implantada as Salas de Recursos Multifuncionais, um espaço equipado com recursos e professores especialistas na área da educação especial, os quais são responsáveis pelo Atendimento Educacional Especializado. Entre as atividades desenvolvidas por estes professores está ensinar e utilizar os recursos de Tecnologia Assistiva durante as aulas e em colaboração com os demais professores do ensino regular. Desta forma, essa pesquisa discute a formação do professor do atendimento educacional especializado e o uso da tecnologia assistiva no contexto educacional inclusivo. Assim sendo, questiona-se qual a concepção que os professores que atuam neste Atendimento Educacional Especializado, no município de Apucarana – Paraná, tem sobre os recursos e práticas de tecnologia assistiva no contexto educacional inclusivo? O objetivo geral deste trabalho consiste em investigar a concepção dos professores do Atendimento Educacional Especializado sobre a tecnologia assistiva e seu uso. Este estudo baseou-se na pesquisa exploratória, com a análise na abordagem qualitativa. Realizou-se uma coleta dos dados por meio de dois questionários, os quais foram enviados em momentos distintos. O primeiro questionário objetivava identificar os recursos de tecnologia assistiva presentes nas salas de recursos multifuncionais e o segundo buscou compreender a concepção dos professores a respeito da tecnologia assistiva. As respondentes foram vinte e cinco professoras que trabalham nas salas de recursos multifuncionais. Os resultados desta pesquisa apontaram que há fragilidades no uso da tecnologia assistiva por parte dos docentes que responderam aos questionários, problemas dos quais iniciam-se na formação inicial e por vezes não são resolvidos na formação continuada. ressalta-se ainda, que a educação inclusiva é de responsabilidade de todos, desde as políticas educacionais até o contexto de cada escolar. Desta forma, este estudo colaborou para o planejamento de uma proposta de formação continuada, denominado de “Formação em Tecnologia Assistiva: Proposta a partir de concepções das professoras da Sala de Recurso Multifuncional” apresentada como produto educacional desta dissertação em formato e-book que ficará acessível aos professores como forma de contribuir com sua formação.
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    Tecnologias Digitais para otimizar a identificação de estudantes com Altas Habilidades/Superdotação
    (Universidade Estadual do Paraná, 2024-10-04) Travaglia, Fabiana Silva Azevedo; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/9434759829304290; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; Pedro, Ketilin Mayra; https://lattes.cnpq.br/0991868156805558
    A identificação de estudantes com Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD) é primordial para desenvolver suas potencialidades. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) (Lei nº 9.394/1996) garante o direito ao atendimento educacional especializado aos estudantes com AH/SD, no entanto, a invisibilidade desses estudantes no contexto escolar impede o acesso aos seus direitos, comprometendo seu desenvolvimento pleno e a equidade educacional. Nesse sentido o papel dos professores é imprescindível na identificação dos estudantes com AH/SD. O objetivo deste estudo foi analisar como as tecnologias digitais podem otimizar a identificação de estudantes com AH/SD, a fim de promover o atendimento educacional especializado. Para esse intuito, os objetivos específicos propostos foram: contextualizar concepções e as características de estudantes com AH/SD, especificar as contribuições das tecnologias digitais na educação e identificação dos estudantes com AH/SD e desenvolver um website para otimizar a identificação de estudantes com AH/SD. A investigação buscou formas que ampliem a identificação dos estudantes com AH/SD no contexto escolar, por conseguinte o tipo de estudo foi exploratório e descritivo, de natureza aplicada. O procedimento adotado foi de pesquisa de campo, sua abordagem foi qualitativa, para análise dos dados foi empregada a análise de conteúdo e o método aplicado ao recurso educacional foi o Design Thinking (DT). Este trabalho fundamentou-se na Teoria dos três anéis, proposta por Joseph Renzulli, e das Inteligências Múltiplas, de Howard Gardner, posto que são as teorias adotadas pelo Ministério da Educação (MEC) na identificação dos estudantes com AH/SD. A pesquisa contou com 55 professores que atuam nos 6º anos do Ensino Fundamental de três colégios estaduais que ofertam o Ensino Fundamental II – Anos Finais e o Ensino Médio, de Umuarama, Paraná. Com base nos resultados deste estudo, a subnotificação no Censo Escolar e invisibilidade dos estudantes com AH/SD no contexto escolar são resultado da falta de conhecimento e formação dos professores em AH/SD, a coleta de dados revelou que 80% dos professores participantes da pesquisa nunca participaram de formação sobre o tema, além disso, a falta de tempo, recursos, preenchimento de formulários impressos para indicar estudantes com AH/SD, a sobrecarga de trabalho, salas numerosas e esforços direcionados aos estudantes com dificuldades são barreiras para a percepção e reconhecimento das características dos estudantes com AH/SD em sala de aula, pelos professores. Com o intuito de promover conhecimento sobre AH/SD foi realizada com todos os professores dos três colégios participantes a “Oficina Pedagógica em AH/SD” no momento formativo de Estudo e Planejamento. A análise dos dados também demonstrou um consenso significativo de 87% dos respondentes sobre o potencial das tecnologias digitais para auxiliar na identificação de estudantes com AH/SD e desse modo, o recurso educacional, um website denominado SUPERAH, foi desenvolvido com o propósito de favorecer a identificação de estudantes com AH/SD e divulgar informações sobre as características deste Público da Educação Especial (PEE).

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