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Navegando por Autor "Cristiane do Rocio Wosniak"

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    A REALIZAÇÃO DE UM DOCUMENTÁRIO: CONCEITOS, CRÍTICA DE PROCESSO E NOVOS OLHARES PARA O FILME “OUTROS ABRIGOS”
    (Universidade Estadual do Paraná, 2025-03-20) Thiago Henrique Cardoso; Cristiane do Rocio Wosniak; http://lattes.cnpq.br/8707636250586166; http://lattes.cnpq.br/9361964897923112; WOSNIAK, Cristiane do Rocio; http://lattes.cnpq.br/8707636250586166; GARCIA, Alexandre Rafael; http://lattes.cnpq.br/3895949501024669; MOCARZEL, Evaldo Sérgio Vinagre; http://lattes.cnpq.br/8579970491143931
    A dissertação intitulada “A realização de um documentário: conceitos, crítica de processo e novos olhares para o filme ‘Outros Abrigos’”, vincula-se ao Mestrado Acadêmico em Cinema e Artes do Vídeo (PPG-CINEAV) da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), especificamente à linha de pesquisa Processos de Criação no Cinema e nas Artes do Vídeo e ao Grupo de Pesquisa CineCriare – cinema: criação e reflexão (PPG-CINEAV/Unespar/CNPq). O objetivo geral é a análise reflexiva acerca do processo de criação ou realização autoral do documentário Outros Abrigos. A pesquisa, de natureza qualitativa e indutiva, adota como abordagem metodológica a Crítica de Processos, a partir dos pressupostos de Cecília Almeida Salles, tendo, por fontes primárias, o próprio filme documental, além dos documentos do processo de criação: anotações, pré-roteiros, argumento, esboços, planilhas, dispositivos digitais de montagem – mapas online, com a finalidade de compreender o percurso de possíveis escolhas estéticas, técnicas e operacionais para a execução do filme. Acredita-se que, a análise criteriosa da construção artística da obra de arte, em cotejamento e aos métodos, materiais e anotações empregados pelos artistas, é essencial para o estudo processual de uma poética autoral. O estudo parte das seguintes questões norteadoras: i) quais são os formatos de registros materiais do processo de criação do documentário Outros Abrigos? ii) de que forma a análise dos documentos, rastros, vestígios e fontes primárias do processo de criação do objeto empírico da presente investigação pode dar a ver possíveis atos teóricos e vislumbres estéticos e técnicos do autor/realizador? O foco da investigação é a crítica do processo criativo do referido documentário, optando-se por um estudo de caso com o intuito de perceber, descrever, analisar e interpretar a situação ou fenômeno criativo, associado à Revisão de Literatura sobre o tema documentário. O referencial teórico encontra-se ancorado nos pressupostos de Bill Nichols, Evaldo Mocarzel, Fernão Pessoa Ramos, Jean-Louis Comolli, Roger Odin e Eduardo Tulio Baggio, no que se refere a conceitos, tipologia e estética documentária, além de Fayga Ostrower, para dar conta dos conceitos de acaso, percepção e formas de expressividade nas artes e Cecília de Almeida Salles no que se refere à Crítica de Processos Criativos.
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    O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA VIDEODANÇA “MEU CABELO, MINHA COROA, NÃO TOCA!”: DO PRÉ-ROTEIRO À CAPTAÇÃO DE IMAGENS EM ESTÚDIO
    (Universidade Estadual do Paraná, 19/11/2025) Patrícia Silva da Ressureição; Cristiane do Rocio Wosniak; http://lattes.cnpq.br/8707636250586166; http://lattes.cnpq.br/4634695086782866; Ana Maria Rufino Gillies; http://lattes.cnpq.br/3844117013723738; Gláucio Henrique Matsushita Moro; http://lattes.cnpq.br/3591463852878919
    A dissertação intitulada O processo de criação da videodança “Meu Cabelo, Minha Coroa, Não Toca!”: do pré-roteiro à captação de imagens em estúdio, tem por objetivo principal apresentar o percurso de criação de um projeto estético audiovisual e autoral, trazendo para o debate os documentos de processo como marcas ou pistas de uma obra artística em construção. O compilado de registros invoca a inevitável imersão da autora em seu entorno sociocultural e seu engajamento político com uma prática artística antirracista. Dessa forma, os documentos – objetos empíricos da investigação –, são compostos por quatro obras audiovisuais que se constituem em disparadores poéticos para a videodança, a elaboração do pré-roteiro e da ordem do dia/decupagem da gravação em estúdio, as fotografias/still da captação de imagens no estúdio e pequenos excertos das cenas filmadas. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, pautada na criação artística/poética audiovisual, aliada à Abordagem Metodológica da Crítica de Processo postulada – no Brasil –, por Cecilia Almeida Salles. A indagação que sustenta o problema da pesquisa é: como pensar a videodança em pauta em seus eixos de valores éticos e estéticos, no território ou ‘encruzilhada’ antirracista das pesquisas em/sobre arte e que apostam em marcas autobiográficas e exposição processual de si e de sua materialidade documental? À pesquisa ainda se articula uma intensa Revisão Bibliográfica ou Revisão de Literatura Narrativa para garantir o acesso à produção de conhecimento de autoras e autores que já se debruçaram sobre o assunto videodança e, também, sobre o debate acerca do racismo estrutural no Brasil, endereçado à temática ou questão do cabelo de mulheres negras. Desta forma, parte-se para uma busca, refinamento e uso de referenciais teóricos e estéticos audiovisuais constantes em sites, livros, periódicos, artigos indexados, teses e dissertações existentes em diferentes bases de dados. As teorias de base para dar conta da discussão teórica que envolve as artes do vídeo e a videodança, referem-se a Regilene Sarzi-Ribeiro (2013; 2014), Arlindo Machado (1993; 1997; 2007; 2019), além de Philippe Dubois (2004), Paulo Caldas (2012) e Leonel Brum (2012). No que concerne ao assunto ou tema ‘cabelo’, as escolhas teóricas da investigação se debruçam sobre as dinâmicas de racismo, identidade e opressão estrutural, trazendo, para isso, as contribuições de bell hooks (1992; 2000; 2014; 2019), Grada Kilomba (2008), Nilma Lino Gomes (2008), Djamila Ribeiro (2019) e Cida Bento (2022). A conclusão da investigação aponta que o projeto estético: “Meu Cabelo, Minha Coroa, Não Toca!”, contribuiu para uma intensiva reflexão sobre o contexto espaço-temporal da pesquisadora-artista e na elucidação dos princípios antirracistas e mecanismos criativos que alimentam e alicerçam suas bases metodológicas e conceituais acerca de um singular ato criativo nas artes do vídeo.

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