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    A comunicação aumentativa e alternativa para a promoção da aprendizagem no contexto do atendimento educacional especializado
    (Universidade Estadual do Paraná, 2011-10-24) Castro, Rosicléia Siqueira de; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/4590468801958511; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Peixoto, Reginaldo; https://lattes.cnpq.br/4397425097179971; Silva, Ricardo Desidério da; https://lattes.cnpq.br/0871407652290726
    A Comunicação Aumentativa e Alternativa constitui um campo essencial dentro da tecnologia assistiva, promovendo recursos e estratégias que ampliam ou substituem a fala, favorecendo a expressão e a interação de pessoas com dificuldades significativas na comunicação verbal. Sua implementação no contexto educacional é fundamental para assegurar a inclusão e a participação plena de estudantes com deficiências, especialmente no Atendimento Educacional Especializado, sendo fundamental a formação de professores capacitados para utilizá-la de forma eficaz. A pesquisa desenvolvida nesta dissertação buscou abordar e refletir sobre a formação de professores, a educação especial na perspectiva da educação inclusiva, a tecnologia assistiva e, especificamente, a Comunicação Aumentativa e Alternativa. Para isso, foi elencado o seguinte questionamento: quais conhecimentos teóricos e práticos sobre a Comunicação Aumentativa e Alternativa são importantes para que os professores do Atendimento Educacional Especializado possam desenvolver um trabalho adequado com a criança e/ou estudante que apresenta ausência ou dificuldade significativa na expressão verbal? Nesse sentido, o objetivo é investigar a compreensão que os professores do Atendimento Educacional Especializado, atuantes nas Salas de Recursos Multifuncionais e nos Centros de Atendimento Educacional Especializado do município de Araucária-Paraná, possuem a respeito da Comunicação Aumentativa e Alternativa. A fundamentação da pesquisa tem uma abordagem qualitativa,com pesquisa exploratória, bibliográfica e de natureza aplicada. Fizeram parte deste estudo 56 professores do Atendimento Educacional Especializado, atuantes em dois Centros de Atendimento e também nas Salas de Recursos Multifuncionais, que responderam a um questionário online com a finalidade de analisar o conhecimento acerca do tema, elencar as possíveis dúvidas e as principais dificuldades. Dentre os resultados obtidos, percebeu-se que a pesquisa aponta para a necessidade de abordar e aprofundar a temática. Verificou-se a significativa importância da implementação de formação continuada, envolvendo não apenas professores da educação especial, mas também os do quadro geral e demais profissionais que atendem o estudante, público da pesquisa, no contexto escolar. Perspectivas futuras da pesquisa incluem o desenvolvimento de estratégias formativas contínuas e práticas colaborativas entre professores e demais profissionais da escola, assegurando a aplicabilidade da Comunicação Aumentativa e Alternativa no cotidiano escolar. Espera-se, ainda, que os resultados possam subsidiar políticas públicas que incentivem a disseminação e ampliem as oportunidades de comunicação e inclusão para os estudantes, contribuindo para a construção de práticas pedagógicas mais equitativas e inclusivas.
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    A comunicação suplementar e alternativa como estratégia de ensino e aprendizagem para alunos com transtorno do espectro autista – TEA
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-09-28) Mantovi, Patricia Karla da Silva; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/3541376325577507; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317
    A presente pesquisa justifica-se pela percepção desta autora, enquanto docente, das barreiras comunicacionais enfrentadas por alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) não verbais, como sujeitos de direito da educação inclusiva. Apresenta como problema propositivo o uso da Comunicação Suplementar e Alternativa como ferramenta auxiliadora do trabalho pedagógico nas Salas de Recursos Multifuncionais e teve como objetivo identificar o conhecimento das professoras especialistas da educação especial que atuam nessas salas de recursos da rede pública municipal de Umuarama-Pr, quanto ao uso de recursos de comunicação suplementar e alternativa no desenvolvimento da aprendizagem de alunos com TEA. A Comunicação Suplementar e Alternativa é uma ferramenta dentro da Tecnologia Assistiva que tem por objetivo proporcionar diferentes formas de comunicação para alunos com TEA não verbais, e que portanto podem trazer prejuízos a sua aprendizagem. Trata-se de uma pesquisa exploratória com etapa de pesquisa de campo, com abordagens de cunho qualitativa, partindo da disponibilização de um questionário, no qual foram identificados o conhecimento dos professores quanto aos recursos de Comunicação Suplementar e Alternativa. Como arcabouço teórico, aprofundou-se em temas que tratam da inclusão escolar, TEA, Tecnologia Assistiva e Comunicação Suplementar e Alternativa como estratégia pedagógica, com embasamento no referencial teórico de Vygostky, a partir da Teoria Histórico-cultural. Os resultados identificados foram analisados, contribuindo para a produção do material de apoio, em formato de Ebook interativo, o qual contempla métodos de Comunicação Suplementar e Alternativa utilizados no processo de aprendizagem de alunos com Transtorno do Espectro Autista, com sugestões de atividades pedagógicas interdisciplinares para os professores das salas de recursos multifuncionais, com o intuito de propiciar diferentes estratégias de comunicação não verbal para essas crianças, possibilitando assim sua interação com a comunidade escolar em geral, bem como no favorecimento do processo de alfabetização desses alunos a ser utilizado nas Salas de Recursos Multifuncionais da rede municipal de Ensino de Umuarama – Paraná.
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    Ensino de matemática para alunos com transtorno do espectro autista: contribuições do ambiente imersivo de realidade virtual
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-09-29) Silva, Israel Cândido da; Hummel, Eromi Izabel; Yanaze, Leandro Key Higuchi; https://lattes.cnpq.br/3243275619679099; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/1095769127259139; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Yanaze, Leandro Key Higuchi; https://lattes.cnpq.br/3243275619679099; Pedro, Ketilin Mayra; https://lattes.cnpq.br/0991868156805558; Cirino, Roseneide Maria Batista; https://lattes.cnpq.br/4251118936692913
    As avaliações institucionais sistêmicas têm alertado quanto aos resultados da aprendizagem de conceitos matemáticos. Em se tratando de estudantes com transtorno do espectro autista, suas especificidades podem dificultar a escolarização, necessitando que o professor utilize estratégias, metodologias e recursos diferenciados a fim de ofertar o ensino de matemática a estes sujeitos. Neste sentido, buscou-se conhecer o contexto da aprendizagem de matemática destes, dadas suas potencialidades e condições diferenciadas de apropriação, bem como a possibilidade de uso de tecnologias que fomente o aprendizado dos mesmos, de forma a apresentar sugestões que apoiem o ensino para estes alunos, delineando assim o objetivo do trabalho em que pese, identificar como os ambientes imersivos de realidade virtual favoreçam o ensino e aprendizagem de matemática para alunos com Transtorno do Espectro Autista. Para responder aos objetivos do estudo, utilizou-se da pesquisa bibliográfica, descritiva e de campo com aplicação de experimento didático e diagnóstico. Nela, desenvolveu-se acompanhamento junto a um participante da pesquisa no espectro, que apresentou peculiaridades na forma de utilizar a multiplicação, assim, aplicou um método alternativo de realizar esta operação, com o propósito de visualizar as potencialidades do participante e elaborar desafios de aprendizagens em realidade virtual atrativas que atendessem ao seu eixo de interesse. Com o desenvolvimento e aplicação do produto educacional, possibilitou verificar os benefícios no ensino e aprendizagem de matemática, fundamentados na customização em realidade virtual do recurso a este participante. Assim, espera-se que o protótipo gerado como produto educacional, contribua para o desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas no ensino e aprendizagem de conteúdos de matemática
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    Estresse visual associado à dificuldade de leitura: contribuições à formação docente
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-09-20) Alda, Érica Jamal da Silva; Hummel, Eromi Izabel; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/4645830987850009; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; Cruz, Gilmar de Carvalho; https://lattes.cnpq.br/2305518769010186; Garcia, Ana Carla Oliveira; https://lattes.cnpq.br/2065933643890848
    A pesquisa se propôs a identificar a compreensão dos professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) a respeito do estresse visual a fim de nortear a elaboração de um material educativo que promova conhecimentos aos professores do município de Londrina-Paraná, acerca da temática. A presente pesquisa foi realizada em três etapas: 1) Levantamento bibliográfico com o intuito de definir as características do estresse visual; 2) Identificação do conhecimento a respeito do tema por meio de questionário enviado aos professores que atuam em sala de Recursos professores do município de Londrina-Paraná; 3) Produção de um E-Book com conteúdos de informação sobre o estresse visual (síndrome de Irlen), o material contém instruções para uma possível identificação e orientações sobre a intervenção com esses alunos. Para responder aos objetivos da pesquisa adotou-se a pesquisa bibliográfica, de campo com caráter descritivo. Para o desenvolvimento do material foi relevante a contribuição dos professores das salas de recursos multifuncionais. Esse material tem por objetivo apoiar o trabalho pedagógico, permitindo que o professor especializado e o professor de sala de aula comum, por meio do ensino colaborativo, realizem os encaminhamentos e as intervenções necessárias para o aluno que apresenta os sintomas e características do estresse visual.
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    Formação de Professores para o uso da Tecnologia Assistiva como Estratégia no Desenho Universal para Aprendizagem
    (Universidade Estadual do Paraná, 2008-10-24) Alves, Tiago José; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/8551646277586004; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Vitaliano, Celia Regina; https://lattes.cnpq.br/7209579954342576; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317
    O ambiente escolar é composto por uma diversidade de estudantes que apresentam peculiaridades únicas e que devem ser valorizadas no processo de ensino e aprendizagem. Fato esse que se faz necessário a adoção de estratégias e recursos que possibilitem atingir todos os estudantes. Diante disso, a presente pesquisa recorre à inovação científica dos estudos a respeito do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) e da Tecnologia Assistiva (TA) para responder à questão: Os professores do Apoio Educacional Especializado (AEE) possuem conhecimentos a respeito do uso de TA como estratégia na organização do planejamento pedagógico baseado nos princípios do DUA? Nesse sentido, o objetivo geral da pesquisa consiste em identificar o conhecimento dos professores quanto ao uso de TA como estratégia na organização e o planejamento pedagógico baseado nos princípios do DUA. Tendo como objetivos específicos: especificar o DUA na educação escolar; analisar as contribuições do DUA no planejamento escolar; conceituar a TA como recurso do ensino e aprendizagem; identificar o conhecimento dos professores; desenvolver formação continuada com os professores AEE da cidade de Arapongas, norte do Paraná; elaborar Guia Pedagógico com conteúdo da formação. Desta forma, utiliza-se da abordagem qualitativa, fundamentada pela pesquisa exploratória e descritiva, enquanto os procedimentos foram amparados pela pesquisa bibliográfica e pesquisa-ação. Os participantes do estudo foram os professores de apoio educacional especializado da cidade de Arapongas, totalizando 39 professores, e segundo informações coletadas dos professores, apresentaram pouco conhecimento a respeito da temática em estudo, o que resultou como recurso educacional a organização e oferta de uma formação continuada. Conclui-se que para melhoria de práticas pedagógicas inclusivas, faz-se necessário ampliar a formação para todos os professores da educação básica, podendo assim, fortalecer a qualidade do aprendizado dos estudantes, proporcionando-lhes um ambiente de aprendizagem mais acessível, estimulante e equitativo.
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    Jogos digitais como recurso de tecnologia assistiva na alfabetização de alunos com transtorno do espectro autista
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-09-22) Ferreira, Simone; Hummel, Eromi Izabel; Cunha, Rosemyriam Ribeiro dos Santos; https://lattes.cnpq.br/0536970443232460; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/9636509964497656; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Cunha, Rosemyriam Ribeiro dos Santos; https://lattes.cnpq.br/0536970443232460; França, Denise Maria Vaz Romano; https://lattes.cnpq.br/7070068190380218; Silva, Ricardo Desidério da; https://lattes.cnpq.br/0871407652290726; Oliveira Júnior, Isaias Batista de; https://lattes.cnpq.br/5323133721973971
    Atualmente, debate-se a respeito de uma escola inclusiva na qual todos têm direito a receber uma educação de qualidade. Para isso, algumas estratégias podem ser adotadas, como a utilização de Metodologias Ativas na Educação e uso de Tecnologia Assistiva. Transitando entre essas estratégias, encontram-se os jogos digitais educativos, os quais fazem parte de propostas educacionais que estão cada vez mais presentes no cotidiano de nossos alunos e, consequentemente, ocasionam benefícios para os alunos público-alvo da educação especial, na medida em que os jogos proporcionam um ambiente motivador de aprendizagem. Desta forma, este estudo tem como objetivo identificar em que aspectos os jogos digitais educativos favorecem o processo de alfabetização de alunos com Transtorno do Espectro Autista - TEA, uma vez que há um número crescente de alunos com TEA nas escolas. Para responder a esse objetivo, a pesquisa valeu-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva e bibliográfica. Destarte, seis professores que atuam na Rede Municipal de Educação nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental analisaram seis jogos digitais educativos que versam em torno da alfabetização de crianças com ou sem TEA, por meio do Protocolo Para Análise de Jogos Digitais Educativos - PPAJDE, desenvolvido neste trabalho. Após análise dos resultados deste estudo, verificou-se que os jogos digitais educacionais contribuem para o processo de aprendizagem de alunos TEA. Por intermédio desse trabalho, elaborou-se um guia tecnológico, no formato e-book interativo, destinado a educadores que almejam trabalhar com jogos digitais educativos para crianças com TEA na fase da alfabetização
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    Tecnologia Assistiva como recurso pedagógico: Concepções dos docentes das salas de Recursos Multifuncionais
    (Universidade Estadual do Paraná, 2022-10-26) Moraes, Marcelo Rodrigues de; Hummel, Eromi Izabel; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/5244986863537914; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; Mano, Amanda de Mattos Pereira; https://lattes.cnpq.br/9864602016869508; Silva, Sandra Salete de Camargo; https://lattes.cnpq.br/7044281324055317
    A inclusão dos estudantes público-alvo da educação especial no ensino regular é assegurada por leis e decretos. Em 2007 foi implantada as Salas de Recursos Multifuncionais, um espaço equipado com recursos e professores especialistas na área da educação especial, os quais são responsáveis pelo Atendimento Educacional Especializado. Entre as atividades desenvolvidas por estes professores está ensinar e utilizar os recursos de Tecnologia Assistiva durante as aulas e em colaboração com os demais professores do ensino regular. Desta forma, essa pesquisa discute a formação do professor do atendimento educacional especializado e o uso da tecnologia assistiva no contexto educacional inclusivo. Assim sendo, questiona-se qual a concepção que os professores que atuam neste Atendimento Educacional Especializado, no município de Apucarana – Paraná, tem sobre os recursos e práticas de tecnologia assistiva no contexto educacional inclusivo? O objetivo geral deste trabalho consiste em investigar a concepção dos professores do Atendimento Educacional Especializado sobre a tecnologia assistiva e seu uso. Este estudo baseou-se na pesquisa exploratória, com a análise na abordagem qualitativa. Realizou-se uma coleta dos dados por meio de dois questionários, os quais foram enviados em momentos distintos. O primeiro questionário objetivava identificar os recursos de tecnologia assistiva presentes nas salas de recursos multifuncionais e o segundo buscou compreender a concepção dos professores a respeito da tecnologia assistiva. As respondentes foram vinte e cinco professoras que trabalham nas salas de recursos multifuncionais. Os resultados desta pesquisa apontaram que há fragilidades no uso da tecnologia assistiva por parte dos docentes que responderam aos questionários, problemas dos quais iniciam-se na formação inicial e por vezes não são resolvidos na formação continuada. ressalta-se ainda, que a educação inclusiva é de responsabilidade de todos, desde as políticas educacionais até o contexto de cada escolar. Desta forma, este estudo colaborou para o planejamento de uma proposta de formação continuada, denominado de “Formação em Tecnologia Assistiva: Proposta a partir de concepções das professoras da Sala de Recurso Multifuncional” apresentada como produto educacional desta dissertação em formato e-book que ficará acessível aos professores como forma de contribuir com sua formação.
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    Tecnologias Digitais para otimizar a identificação de estudantes com Altas Habilidades/Superdotação
    (Universidade Estadual do Paraná, 2024-10-04) Travaglia, Fabiana Silva Azevedo; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; https://lattes.cnpq.br/9434759829304290; Hummel, Eromi Izabel; https://lattes.cnpq.br/0729013084742634; Silva, Eliane Paganini da; https://lattes.cnpq.br/5103036346581478; Pedro, Ketilin Mayra; https://lattes.cnpq.br/0991868156805558
    A identificação de estudantes com Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD) é primordial para desenvolver suas potencialidades. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) (Lei nº 9.394/1996) garante o direito ao atendimento educacional especializado aos estudantes com AH/SD, no entanto, a invisibilidade desses estudantes no contexto escolar impede o acesso aos seus direitos, comprometendo seu desenvolvimento pleno e a equidade educacional. Nesse sentido o papel dos professores é imprescindível na identificação dos estudantes com AH/SD. O objetivo deste estudo foi analisar como as tecnologias digitais podem otimizar a identificação de estudantes com AH/SD, a fim de promover o atendimento educacional especializado. Para esse intuito, os objetivos específicos propostos foram: contextualizar concepções e as características de estudantes com AH/SD, especificar as contribuições das tecnologias digitais na educação e identificação dos estudantes com AH/SD e desenvolver um website para otimizar a identificação de estudantes com AH/SD. A investigação buscou formas que ampliem a identificação dos estudantes com AH/SD no contexto escolar, por conseguinte o tipo de estudo foi exploratório e descritivo, de natureza aplicada. O procedimento adotado foi de pesquisa de campo, sua abordagem foi qualitativa, para análise dos dados foi empregada a análise de conteúdo e o método aplicado ao recurso educacional foi o Design Thinking (DT). Este trabalho fundamentou-se na Teoria dos três anéis, proposta por Joseph Renzulli, e das Inteligências Múltiplas, de Howard Gardner, posto que são as teorias adotadas pelo Ministério da Educação (MEC) na identificação dos estudantes com AH/SD. A pesquisa contou com 55 professores que atuam nos 6º anos do Ensino Fundamental de três colégios estaduais que ofertam o Ensino Fundamental II – Anos Finais e o Ensino Médio, de Umuarama, Paraná. Com base nos resultados deste estudo, a subnotificação no Censo Escolar e invisibilidade dos estudantes com AH/SD no contexto escolar são resultado da falta de conhecimento e formação dos professores em AH/SD, a coleta de dados revelou que 80% dos professores participantes da pesquisa nunca participaram de formação sobre o tema, além disso, a falta de tempo, recursos, preenchimento de formulários impressos para indicar estudantes com AH/SD, a sobrecarga de trabalho, salas numerosas e esforços direcionados aos estudantes com dificuldades são barreiras para a percepção e reconhecimento das características dos estudantes com AH/SD em sala de aula, pelos professores. Com o intuito de promover conhecimento sobre AH/SD foi realizada com todos os professores dos três colégios participantes a “Oficina Pedagógica em AH/SD” no momento formativo de Estudo e Planejamento. A análise dos dados também demonstrou um consenso significativo de 87% dos respondentes sobre o potencial das tecnologias digitais para auxiliar na identificação de estudantes com AH/SD e desse modo, o recurso educacional, um website denominado SUPERAH, foi desenvolvido com o propósito de favorecer a identificação de estudantes com AH/SD e divulgar informações sobre as características deste Público da Educação Especial (PEE).

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