Navegando por Autor "Mello, Ricardo Marques"
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Item Aprendizagem histórica; Escola, currículo e ensino de história; Funções do ensino de história.(Universidade Estadual do Paraná, 22-07-14) Silva, Celio Roberto da; Mello, Ricardo Marques; http://lattes.cnpq.br/5690946182130826; http://lattes.cnpq.br/8753063660711885; Mello, Ricardo Marques; http://lattes.cnpq.br/5690946182130826; Hahn, Fábio André; http://lattes.cnpq.br/5616135738264100; Cerri, Luis Fernando; http://lattes.cnpq.br/8736574102082133Esta pesquisa teve como propósito averiguar algumas funções que foram atribuídas ao ensino de história na história do Brasil, e discutir se as funções atuais designadas a essa disciplina em âmbito escolar são exequíveis. Tendo como ponto de partida a fundação do colégio Pedro II e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), e como ponto de chegada, a elaboração da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), realizou-se uma revisão bibliográfica a fim de compreender e discutir o que outros autores já disseram sobre o assunto, assim como uma análise de vários documentos históricos, como leis, decretos, regulamentos, livros didáticos, etc. Verificou-se que ao longo da história do ensino de história no Brasil diversas funções foram atribuídas ao ensino de história, desde ensinar valores cívicos e cristãos até a desenvolver senso crítico. Algumas pesquisas mais recentes têm ressaltado a importância do aprendizado histórico focado na concepção de consciência histórica. Dentro desta perspectiva dialogou-se com autores como Jörn Rüsen, Luís Fenando Cerri, Ricardo Marques de Mello e Christian Laville que trazem importantes contribuições para o debate. O produto pedagógico proposto nesta dissertação foi a criação de um conjunto de Podcasts chamado Pretéritum, divididos em dois grupos: no primeiro, com 3 episódios, tratou-se das funções atribuídas ao ensino de história, do século XIX aos dias atuais; no segundo, realizou-se entrevistas com três professores de história que lidam com questões relacionadas às serventias do ensino de história: Luis Fernando Cerri, Ricardo Marques de Mello e Cleverson José Catore da Silva.Item Ensino de História nos Anos Iniciais: contribuições teórico-práticas para professores e professoras no município de Curitiba.(Universidade Estadual do Paraná, 2020-07-08) Cassemiro, Flavia Izabel Keske; Mello, Ricardo Marques; http://lattes.cnpq.br/5690946182130826; http://lattes.cnpq.br/2370508174245796; Mello, Ricardo Marques; http://lattes.cnpq.br/5690946182130826; Hahn, Fábio André; http://lattes.cnpq.br/5616135738264100; Urban, Ana claudia; http://lattes.cnpq.br/1355400163710343Fundamental. O objetivo é contribuir na formação continuada dos professores e das professoras que atuam nessa área do ensino por meio de um material que une reflexões teóricas a atividades pragmáticas para o ensino de História, para que, assim, eles e elas possam impactar positivamente a vida escolar e a aprendizagem histórica de seus alunos e alunas. A relevância deste trabalho se dá devido ao fato de que, mesmo com um avanço nos estudos sobre o ensino de História, este não acontece na mesma intensidade quando se trata do ensino de História para os Anos Iniciais, principalmente no que tange à formação continuada de professores e professoras. Nesse sentido, no primeiro capítulo dessa dissertação apresentamos uma breve discussão bibliográfica sobre o ensino de História nos Anos Iniciais. Na sequência, expusemos três conceitos fundamentais para as aulas de História: fontes históricas, tempo histórico e ciência, e os relacionamos aos documentos, federal e do município de Curitiba PR, que prescrevem parâmetros e diretrizes do ensino Fundamental, sendo eles: a Base Nacional Comum Curricular (2017), o Plano Curricular: versão final de Curitiba (2016), o Currículo do Ensino Fundamental (2016) de Curitiba e o Caderno Pedagógico de História (2008) também de Curitiba. A partir dessas discussões, propusemos, como produto pedagógico, um Guia Didático de Atividades, que auxiliará os professores e as professoras diretamente em suas práticas cotidianas, respaldando suas aulas de História com um arcabouço teórico e prático. Dessa forma, professores e professoras terão acesso às atividades fundamentadas nos conceitos basilares da ciência histórica. São quinze atividades deste Guia, as quais estão divididas por ano escolar e por temas que perpassam por todo o Ensino Fundamental, sendo eles: autobiografia, infância, direitos/deveres, identidade/alteridade, patrimônio, tradições culturais e memória. Mais que um Guia a ser aplicado, a articulação entre discussão conceitual e sugestões pragmáticas por nós proposta tem o objetivo primordial de aguçar o interesse pelo ensino de História nos anos iniciais e propiciar condições iniciais para que professoras e professores generalistas possam continuar pesquisando, refletindo e criando suas próprias atividades com autoconsciência, assertividade e conectadas à realidade de seus alunos e alunas.Item História do Brasil Império em jogo(Universidade Estadual do Paraná, 2022-05-16) Botelho, Leiva Cristina Severino; Mello, Ricardo Marques; http://lattes.cnpq.br/5690946182130826; http://lattes.cnpq.br/1789676105980492; Mello, Ricardo Marques; http://lattes.cnpq.br/5690946182130826; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Costa, Marcella Albaine Farias da; http://lattes.cnpq.br/6721324249058751Este trabalho tem como objetivo abordar a História do período imperial brasileiro de maneira lúdica e atrativa, por meio da produção de um jogo que atribui às fontes documentais um dos caminhos possíveis para se obter uma visão mais ampliada das versões históricas. Para tal, fizemos uma breve conceituação da palavra jogo, uma descrição de elementos relevantes nos jogos, como a ludicidade, as regras e o “faz de conta”, expresso pela ideia de Círculo Mágico, e debatemos as possibilidades de ensinar e aprender História utilizando jogos, sem desconsiderar as formas tradicionais de ensino. Segundo Rüsen (2011), a disciplina de História não pode mais ser considerada uma atividade divorciada das necessidades da vida prática. Assim, a ideia é que, a partir da discussão e análise dos documentos citados no jogo ora proposto, os estudantes tenham condições de construir e desenvolver sua capacidade de pensar historicamente a respeito de um período frequentemente preterido nas aulas de História no ensino básico. Além disso, o formato do jogo permitirá que professores e estudantes tenham a oportunidade de desenvolver pesquisas e criar, eles próprios, cartas adicionais ao jogo, assumindo uma atitude historiadora, como recomendado pela BNCC (2017). Dessa forma, o jogo Império: História do Brasil em jogo busca despertar o interesse pela nossa História, a partir do acesso a documentos como artigos de revistas, livros, filmes, histórias em quadrinhos etc., os quais revelam um pouco do dia a dia vivido pela população brasileira no século XIX, e colaborar com o processo de difusão dos resultados de estudos de diversos historiadores. Consequentemente, visa a propiciar a expansão do acesso ao conhecimento da História brasileira a um número cada vez maior de pessoas.Item História dos conceitos e ensino de história na formação de professores(Universidade Estadual do Paraná, 2022-07-09) Oliveira, Lucas André Zukovski de; Mello, Ricardo Marques; http://lattes.cnpq.br/5690946182130826; http://lattes.cnpq.br/9141177409274505; Mello, Ricardo Marques; http://lattes.cnpq.br/5690946182130826; Cavanna, Federico José Alvez; http://lattes.cnpq.br/6710867357846918; Jasmin, Marcelo Gantus; http://lattes.cnpq.br/0635042395741656A dissertação ora apresentada está situada entre o terreno da teoria da história, da historiografia, do ensino de história e da linguagem, trata, mais especificamente, dos conceitos em história. Nosso principal interlocutor é o professor e pesquisador Reinhart Koselleck (1923-2006), que, por sua vez, está vinculado a um dos trabalhos de história dos conceitos produzidos em solo alemão, o Conceitos históricos fundamentais: Léxico histórico da linguagem político-social da Alemanha, do qual foi editor ao lado de Otto Brunner e Werner Konze. No que diz respeito à historiografia, nas últimas décadas, é possível notar um interesse crescente sobre a discussão conceitual, mas, apesar disso, são poucos os trabalhos que relacionam a temática ao ensino de história. Sendo assim, nosso objetivo é aproximar as reflexões de Koselleck ao ensino, visando tornar o universo da linguagem conceitual mais claro e consciente àqueles envolvidos nesse processo, em especial, os professores. Para tal, na primeira parte do trabalho, analisamos a trajetória pessoal e intelectual de Koselleck, a história da história dos conceitos e seus pressupostos teóricos e metódicos. Na segunda parte, buscamos nos apropriar desses pressupostos para pensar os conceitos no ensino de história. Verificamos que os sujeitos, em suas vidas práticas, estão em contato recorrente e mobilizam constantemente a linguagem conceitual, que é indispensável para a explicação humana do mundo e de si, para a construção do pensamento histórico científico e para o processo de ensino e aprendizagem em história. Ela impulsiona e delimita a experiência histórica e a tentativa humana de apreendê-la. Sem ela, a reflexão historiográfica estaria comprometida. Nesse sentido, nossa proposição didática se materializou em dois roteiros com questões norteadoras direcionadas à formação de professores. O primeiro sobre aqueles conceitos encontrados nas fontes históricas; o segundo sobre aqueles criados pelos historiadores para explicar seus objetos e/ou seus procedimentos metodológicos. Essas questões são os veículos por meio dos quais buscamos tornar possível aos professores de história o desenvolvimento do grau de consciência sobre a dimensão conceitual do pensamento historiográfico, contribuindo tanto para a análise de textos históricos quanto das narrativas heterogêneas e conflitantes que permeiam a sociedade.