Repositório Institucional UNESPAR

O Repositório Institucional da Universidade Estadual do Paraná – RI-UNESPAR, visa gerir e disseminar a produção intelectual institucional. Compreende-se por produção intelectual institucional toda e qualquer produção técnico-científico-cultural oriunda do meio acadêmico. O conteúdo estará disponível para consulta e acesso, ampliando, publicizando a produção intelectual e promovendo a visibilidade institucional. Os documentos disponíveis no Repositório Institucional UNESPAR são de propriedade e responsabilidade de seus autores, conforme a legislação que rege o direito autoral no país (Lei nº 9.610, de 19.02.98). Os documentos digitais que integram as coleções podem conter texto, imagem, vídeo e áudio, e são, em sua maioria, de acesso livre. Em alguns casos, o acesso é restrito à comunidade da UNESPAR:

Teses e Dissertações

As dissertações defendidas na Unespar a partir de 2019 serão disponibilizadas gradativamente em nosso acervo digital.

  • Missão: Reunir, registrar, sistematizar e preservar a produção intelectual institucional.
  • Objetivo: Preservar a memória e ampliar a visibilidade institucional.
  • Documentos Disponíveis: Focará toda e qualquer produção intelectual dos servidores, avaliada por pares.
  • Benefícios: Facilitar acesso a toda e qualquer produção intelectual institucional.
 

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Submissões Recentes

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O sambajazz vai ao cinema: a bateria de Rubens Barsotti na trilha sonora de três filmes brasileiros
(Universidade Estadual do Paraná, 2025-12-15) LEMOS, Thales Figueiredo; MENDONÇA, Joêzer de Souza; https://lattes.cnpq.br/2256239523620698; https://lattes.cnpq.br/5744543458763377; PSCHEIDT, Jean Felipe; https://lattes.cnpq.br/9149470722584415; EGG, André Acastro; http://lattes.cnpq.br/9736814640486992
Essa dissertação tem como objetivo principal examinar as ideias rítmicas de Rubens Barsotti, baterista do Zimbo Trio, na execução de trilhas sonoras em três filmes brasileiros da década de 1960. Os objetivos secundários do estudo são refletir sobre o surgimento dos grupos de sambajazz nos anos 1960 e a trajetória de Rubens Barsotti, sua formação, história e contribuições para o cenário musical. No decorrer da pesquisa, realizamos o percurso metodológico que incluiu levantamento bibliográfico de referências em música instrumental popular, sambajazz e trilha sonora, análise fílmica por meio do visionamento e decupagem de obras cinematográficas e transcrição em partitura das trilhas musicais dos filmes estudados. Nesta pesquisa, abordamos o surgimento do sambajazz e a evolução da bateria no Brasil, com destaque para o Zimbo Trio e sua capacidade de integrar jazz, bossa nova e ritmos regionais em sua atuação na TV e no cinema, estudamos como o Cinema Novo estabeleceu conexões entre o caráter sociopolítico do movimento cinematográfico e a inovação da música popular instrumental da época, destacando como os compositores colaboraram para criar uma nova identidade sonora no cinema nacional. Por fim, examinamos três filmes com trilhas do Zimbo Trio: A Margem (1967), O Quarto (1968) e As Armas (1969), com o foco da análise dirigido ao papel percussivo de Rubens Barsotti e sua contribuição para a narrativa cinematográfica.
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A ideia de raça no debate público da campanha abolicionista a partir das visões de Sílvio Romero e José do Patrocínio (1880-1888)
(Universidade Estadual do Paraná, 2025-12-19) Bueno, Paulo José Santos; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; https://lattes.cnpq.br/6464692241641799; Silva, Ricardo Tadeu Caires; http://lattes.cnpq.br/6521759429378336; Pirateli, Marcos Roberto; http://lattes.cnpq.br/3031442948722469; Chaves, Otávio Ribeiro; https://lattes.cnpq.br/0591671557668004; Perin, Conceição Solange Bution; https://lattes.cnpq.br/8838312470687058
Este trabalho buscou compreender como a ideia de raça foi veiculada no debate público brasileiro da segunda metade do século XIX, no contexto da campanha abolicionista (1870- 1888). Para tanto, utilizamos como referência os posicionamentos do crítico literário Sílvio Romero e do jornalista José do Patrocínio, bem como de outros abolicionistas brasileiros. A escolha destes dois intelectuais públicos foi feita levando-se em conta a importância que os mesmos assumiram no referido contexto, defendendo posições antagônicas no que se refere à compreensão da sociedade brasileira. Para a elaboração do trabalho, foi necessário compreender e historicizar a emergência da opinião pública no país a partir do crescimento da imprensa periódica, em especial na segunda metade do século XIX, quando os jornais passaram a ser uma ferramenta fundamental para o exercício da opinião pública. Nesse sentido, foi por meio dos jornais e revistas que esses e outros importantes intelectuais expressaram suas visões acerca da noção da raça e sua relação com a campanha abolicionista e o futuro do Brasil como nação em formação. Além disso, foi preciso historicizar como e quando as teorias raciais penetraram na sociedade brasileira e como foram assimiladas pelos abolicionistas.
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Minhas mãos, meu pandeiro: um documentário sobre jorginho
(Universidade Estadual do Paraná, 2025-10-27) Ribas, Andro Gustavo Baldan; Cavanna, Federico José Alvez; https://lattes.cnpq.br/6710867357846918; https://lattes.cnpq.br/1836105676077623; Cavanna, Federico José Alvez; https://lattes.cnpq.br/6710867357846918; Junior, Jorge Pagliriani; http://lattes.cnpq.br/3644282667480930; Aragão, Pedro de Moura; https://lattes.cnpq.br/0219242822995201
Esta pesquisa procura ser um elo complementar entre a dissertação e um vídeo documentário intitulado “Minhas mãos, meu pandeiro: um documentário sobre Jorginho” disponível no YouTube ( https://youtu.be/ySA2UK2LgA4 ) que tem como objetivo estudar o legado histórico e cultural deixado por Jorge José da Silva, o Jorginho do Pandeiro. O Choro é considerado o primeiro gênero musical urbano brasileiro e surgiu na segunda metade do século XIX no Rio de Janeiro e, dentro de sua formação instrumental característica, o principal instrumento de percussão é o pandeiro. A maneira escolhida para aproximar a figura do Jorginho, tendo como base as características da história pública na sua elaboração, foi por meio de conversações realizadas na cidade de Rio de Janeiro – RJ, no primeiro semestre de 2024, além de estudos realizados em materiais fonográficos de gravações com a participação de Jorginho e a busca por bibliografias relacionadas aos temas centrais, como a história do choro, história pública, biografias de figuras do Choro e ensino do Choro por tradição oral. Como resultado buscamos construir um documentário que seja um elo entre a história da música brasileira e a história pública apresentando a importância do cenário social do Choro dentro da historiografia e seu legado através desse personagem de protagonismo em conversas gravadas com diversos atores que compartilham deste legado das mãos e do pandeiro do mestre Jorginho, como é carinhosamente chamado por eles.
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Narrativas do Tempo e da Terra: História Ambiental, Memória e Mídias Digitais na Construção da Aprendizagem Histórica na Educação do Campo no Colégio Estadual do Campo Bandeirantes D’Oeste - PR.
(Universidade Estadual do Paraná, 2025-09-18) Evangelista, Angela Emi Miyashita; Junior, Jorge Pagliarini; http://lattes.cnpq.br/3644282667480930; http://lattes.cnpq.br/3883102582966975; Junior, Jorge Pagliarini; http://lattes.cnpq.br/3644282667480930; Cavanna, Federico José Alvez; http://lattes.cnpq.br/6710867357846918; Meinerz, Marcos Eduardo; http://lattes.cnpq.br/3105511753770904
São inúmeras as possibilidades de estudar a história local, rica, mas muitas vezes escondida na memória e na vivência de alunos e de seus familiares e vizinhos. Essa pesquisa tem como objetivo contribuir para a construção do conhecimento histórico na Educação do Campo a partir da perspectiva da História Ambiental e de metodologias que envolvam os alunos com a pesquisa sobre a agricultura familiar. Trabalhando na Educação do Campo desde 2021, foram percebidas as dificuldades encontradas em atender às especificidades dessa modalidade de ensino. Assim, o trabalho propõe uma prática pedagógica que inclua essas especificidades, dialogando com os aspectos sociais, culturais e econômicos presentes no cotidiano dos alunos do último ano do Ensino Médio, integrando escola e comunidade por meio de entrevistas e reportagens relacionadas à vida no campo. A proposta busca compreender como a relação entre a sociedade e o meio ambiente pode contribuir para o ensino de História, valorizando a memória local como ferramenta pedagógica. Trata-se, portanto, de um processo que envolve ainda as potencialidades e os desafios da história feita no digital, articulando experiências vividas à história “maior”, ensinada nos livros didáticos.
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Ensino antirracista: Diálogos entre história e literatura como caminho para rememorações estudantis.
(Universidade Estadual do Paraná, 2025-12-11) Cardoso, Yuri Juan de Oliveira; França, Cyntia Simioni; http://lattes.cnpq.br/1533088932330150; http://lattes.cnpq.br/4958735032807223; França, Cyntia Simioni; http://lattes.cnpq.br/1533088932330150; Rodrigues, Divania Luiza; http://lattes.cnpq.br/7170935324820591; Moraes, Eulália Maria Aparecida de; http://lattes.cnpq.br/8344111210044375; Agostinho, Yuri Manuel Francisco; http://lattes.cnpq.br/9011058537644661
A inclusão da história e da cultura afro-brasileira nos currículos da Educação básica é uma realidade promulgada pelas leis 10.639, de 2003 e 11.645 de 2008, ao mesmo tempo que ainda é invisibilizada pelo racismo institucional e estrutural que ecoa no país. A fim de promover uma formação articulada que possibilita, dentre outras questões, a afirmação de uma identidade étnica e/ou cultural plural, a presente pesquisa parte da necessidade de trazer o estudo das questões étnico-raciais para o ensino de história por meio de uma proposta interdisciplinar que coloque em diálogo História e Literatura, pelo viés da perspectiva decolonial. É com base no aporte teórico-metodológico do filósofo Walter Benjamin (1985) que essa proposta surge, utilizando da literatura enquanto uma alegoria que interpela as memórias dos estudantes em práticas de rememoração sobre as suas experiências vividas na luta contra o racismo em relação aos povos afro-brasileiros em nossa sociedade. Para colocar em ação a pesquisa foram realizadas oficinas com estudantes do ensino médio, no Instituto Federal, na cidade de Balneário Camboriú, no ano de 2025. Os estudantes produziram narrativas orais, escritas, iconográficas e poéticas como forma de construir uma história a contrapelo às práticas de racismo estrutural em nosso país e como um ato político de (trans)formação social.